sábado, 6 de abril de 2013

“Ali cima “ Onde as Rugas contam o tempo (História narrada pela fotografia)

Fotos: RuiPiresPhotography
 


 

Os vincos na face das Gentes que ainda habitam nas nossas Aldeias do Interior!

O que sentem quando vêem os filhos partir para “ longe”?
Como lutam para sobreviver contra o isolamento e à solidão?
O nosso Poder Politico pensa Nesta Grave realidade Social?



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Douro: boias de sinalização retificadas na próxima semana

Instituto Portuário quer garantir condições de segurança e retomar a navegabilidade.




Fotos: Jorge Alminhas

O Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM) prevê que na próxima semana já possa iniciar a retificação e recolocação da balizagem no rio para garantir as condições de segurança e retomar a navegabilidade.

Por causa da subida do caudal do Douro, a delegação do Douro do IPTM suspendeu a navegação naquele rio no dia 26 de março.

No dia 29 a água galgou o cais da Régua, atingindo os dois estabelecimentos comerciais ali instalados, e, precisamente uma semana depois, estes edifícios ainda permanecem inundados.

Com a melhoria das condições climatéricas espera-se que o caudal regularize nos próximos dias e atinja os valores considerados normais para a época, criando condições para que o IPTM possa proceder às retificações de balizagem e assim criar condições para que seja retomada a navegação turística no Douro.

Fonte do instituto disse à agência Lusa que se prevê que na próxima semana já seja possível fazer a reposição das boias, que sinalizam o troço de rio por onde os barcos têm que navegar.

No entanto, tudo está dependente da chuva que possa cair e da água lançada pelas barragens espanholas, que hoje ainda debitam cerca de 1400 metros cúbicos por segundo.

Neste fim de semana já deverão estar reunidas as condições para que se possa abrir a navegação no troço Freixo-Foz, na zona do Porto.

Na semana passada, que antedeu a Páscoa, já havia barcos hotel a operar no rio, os quais foram colocados em portos em segurança, tendo os passageiros sido retirados e transportados de autocarro.

José Silva tem um negócio de aluguer de embarcações instalado na Folgosa e no Pinhão. Por estes dias o empresário está parado e de olhos fixos no rio.

Turismo do Douro apresentou e lançou esta sexta-feira o guia turístico da Rede das Aldeias Vinhateiras do Douro.(Fernando Peneiras)


Por: Fernando Peneiras


 No Espaço do Museu do Douro, na cidade do Peso da Régua, foi apresentado o guia turístico da Rede das Aldeias Vinhateiras do Douro.
Ao que eu sei, foi feito um convite a todos os cidadãos para a participação no dito evento.
A referida publicação tem como titulo Guia Turístico da Rede das Aldeias Vinhateiras do Douro, este guia está a promover ou não o Turismo do Douro!!!! Claro que está, mas ao que notei não o está para todos….
( de burro não tenho nada…) …para um bom entendedor, meia palavra basta!


Publicação Relacionada





Peso da Régua - Fotos Jorge Alminhas

Conhecido frequentemente pela forma sincopada de Régua) é uma cidade portuguesa no Distrito de Vila Real, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de 9 353 habitantes.[2]
É sede de um município com 96,12 km² de área e 17 131 habitantes (2011),[1] subdividido em 12 freguesias.
O município é limitado a norte pelos municípios de Santa Marta de Penaguião e Vila Real, a leste por Sabrosa, a sul pelo Rio Douro, a sudoeste por Mesão Frio e a oeste por Baião. O concelho foi criado em 1836 por desmembramento de Santa Marta de Penaguião, e foi elevado a cidade em 1987. É também conhecida como a capital internacional do vinho e da vinha.
Terra de grandes nomes entre os quais o Médico e Escritor João de Araújo Correia, Ferreirinha, Antão de Carvalho, Joaquim Manuel Magalhães, Jaime Silva (pintor) entre outros nomes de grande importância local e nacional.
É o centro da região demarcada do Douro. Fica na parte central da Linha do Douro, entre Porto e Pocinho.

As freguesias do Peso da Régua são as seguintes:
Canelas
Covelinhas
Fontelas
Galafura
Godim
Loureiro
Moura Morta
Peso da Régua
Poiares
Sedielos
Vilarinho dos Freires
Vinhós

Museus

Museu do Douro
Museu do Douro
Solar do Vinho Porto
Museu Bombeiros Voluntários

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Falta coesão territorial para a Rota do Azeite funcionar

É preciso uma maior coesão dos agentes das rotas turísticas para se agregarem e com isso conquistar mercados internacionais. Foi a principal conclusão a retirar do Congresso Internacional Rotas Turísticas -- "Valorização e Posicionamento", que aconteceu na passada segunda-feira, em Mirandela, e que juntou as Rotas do Azeite de Trás-os-Montes, anfitriã, do Vinho do Porto e das Vinhas de Cister.

Este congresso não foi o fim do projecto mas sim o encerrar de uma etapa, onde foram ouvidos vários agentes intervenientes e também expostos exemplos de outras rotas de sucesso. Um dos bons exemplos veio da rota do românico que já existe há 15 anos. Para Rosário Machado, directora desta rota, é preciso haver “coesão política e não haver aproveitamento políticos e ter, sobretudo, pessoas dinâmicas para as rotas funcionarem”.

O presidente da câmara de Mirandela reconhece que há falta de sensibilidade dos autarcas para dinamizar as rotas da região do Douro. “Os primeiros constituintes desta rota do azeite foram 15 municípios e a verdade é desde do princípio desta rota tem sido o Município de Mirandela quase a suportar “a sua vida útil”. O simples facto de colocarmos um autocolante ou um símbolo a dizer que a rota existe neste território não é suficiente e não tem qualquer significado para os agentes económicos, o que é necessário é haver um retorno económico”, salienta António Branco, acrescentando que “não tem dúvidas que o grande desafio passa por criar um verdadeiro produto turístico que envolva todas as rotas do Douro”.

PROJECTO PARTE PARA A COMERCIALIZAÇÃO
 

Este congresso terminou um processo de dois anos dedicado à promoção da rota e agora começa o desafio da comercialização, associado à internacionalização.

“Falta-nos uma coesão territorial muito forte. Enquanto não nos juntarmos todos e os municípios não enriquecerem o seu plano de actividades não é possível desenvolver. Os aderentes querem é ouvir falar em retorno porque já estão fartos de ouvir falar em promoção e oferecer o azeite. Essa é a próxima fase do projecto”, revela o presidente da Associação de Desenvolvimento da Rota do Azeite de Trás-os-Montes, Jorge Morais.


FONTE                                                                                                    Autor: Cátia Barreira

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Aviões em Trás-os-Montes só daqui a "semanas ou meses"

A Direção-Geral de Concorrência só foi notificada do pedido do Governo para um novo modelo de financiamento da ligação aérea entre Bragança, Vila Real e Lisboa a 26 de março - demasiado tarde para pôr os aviões no ar até ao final desse mês, como prometeu Passos Coelho, em janeiro. Por isso, ontem, os autarcas de Bragança exigiram que o Governo diga "olhos nos olhos" se os voos serão, de facto, retomados.
A DG Concorrência assegurou ao JN só ter recebido o pedido formal do Governo a 26 de março. Questionada sobre a hipótese de tomar uma decisão em poucos dias, fonte oficial disse que estas matérias demoram "semanas ou meses" a decidir. Atendendo a que, após a decisão final, será preciso lançar concurso público e escolher o vencedor, pode admitir-se que a retoma do serviço demorará, na melhor hipótese, meses.
A fonte disse, ainda, serem usuais contactos prévios com as autoridades nacionais, para discutir o tema antes da notificação oficial. Isso mesmo disse o secretário de Estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, quando questionado pelo JN sobre o facto de só ter formalizado o pedido três dias antes do prazo prometido pelo primeiro-ministro. "Estamos em contacto com a Comissão Europeia desde o final de 2012", quando os aviões ficaram em terra. "Quisemos maximizar a probabilidade de o modelo proposto, semelhante ao que existe nas Ilhas, seja aprovado. A proposta inclui os residentes mas também os trabalhadores deslocados", oriundos de outras regiões, disse.
Autarcas pedem resposta
Na reunião de ontem, o autarca de Bragança assegurou continuar a acreditar que a ligação será retomada, mas mostrou-se desapontado pela ausência de Sérgio Monteiro, que garantiu ter convidado. "Mesmo que não haja soluções, [os governantes] têm obrigação de vir à região", disse Jorge Nunes.
A linha aérea implicava um subsídio anual de 2,5 milhões de euros e parou a 27 de novembro de 2012 - algo previsível já que o contrato com a Aerovip acabou em janeiro de 2012 e, desde então, era renovado por ajuste direto. Em outubro, mediante o fim do pagamento do subsídio pelo Estado, os trabalhadores começaram a receber as cartas de rescisão. Um mês depois o serviço parou.
 

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Banco Solidário de Torre de Moncorvo já abriu portas.


Está instalado na Santa Casa da Misericórdia com objectivo de apoiar as famílias mais carenciadas do concelho.
“No Banco há vestuário, mobiliário de primeira infância, equipamentos domésticos, máquinas, brinquedos, livros e material escolar. As pessoas que necessitem dirigem-se às assistentes sociais da instituição, que fazem parte do concelho local da acção social, e posteriormente encaminhados para o banco solidário”, disse o presidente de Acção Social local e também vice-presidente da autarquia, José Aires.
A proposta de criação do Banco Solidário partiu do Conselho Local de Acção Social, constituído por 27 instituições, com o propósito de "intervir junto da população mais vulnerável no combate à pobreza e exclusão social", salienta o autarca.
O logotipo do Banco Solidário foi criado por alunos do Agrupamento de Escolas de Torre de Moncorvo, através de um concurso que seleccionou os três trabalhos vencedores.
A população pode agora, entregar bens que não precisa como vestuário, calçado e acessórios, brinquedos e material didático, eletrodomésticos, têxteis, mobiliário e equipamentos da 1ª infância e livros escolares. Já as famílias mais carenciadas poderão ali encontrar, de forma gratuita, alguns dos bens que necessitam.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Chuva derruba muros e patamares vinícolas no Douro


Depois da seca no ano passado, alguns viticultores do Douro queixam-se agora da chuva intensa que está a provocar prejuízos nas vinhas, derrubando muros de xisto e patamares um pouco por toda a região.
Nos últimos anos foram reconstruídos cerca de 200 quilómetros de muros de xisto, num investimento de cerca de 125 milhões de euros, com o apoio de fundos comunitários.
Foto: Fernando Peneiras
A agricultura é uma actividade que está dependente das condições meteorológicas. E se, em 2012, foi a seca que provocou queixas e prejuízos, este ano é a chuva intensa que não dá descanso aos viticultores durienses.
Por exemplo, em Santa Marta de Penaguião, onde a principal actividade económica é a produção de vinho, Maurício Sequeira ainda está a fazer as contas, mas fala já em prejuízos na vinha que poderão rondar entre os 10 a 15 mil euros.
Prejuízos esses que, diz, foram provocados pela chuva intensa que derrubou muros e patamares, arrastando também videiras.
“Há o problema dos muros que estão derrubados e é preciso levantá-los, mais a quebra na produção, mais a replantação que serão mais dois ou três anos”, sublinhou.
Para este produtor duriense, esta era a “pior coisa que podia ter acontecido” ao Douro.
“No ano passado com a falta de água as videiras não singraram e este ano queria replantar tudo de novo. Este ano queria fazer mais cedo para apanhar as águas e afinal foi a desgraça”, sublinhou.
Edgar Sequeira, também produtor de vinho, queixou-se principalmente da queda de muros de xisto e da despesa que representa agora reconstruir estes que são dos elementos mais marcantes da paisagem classificada pela UNESCO em 2001.
“Com o temporal que tem estado, os muros caem desordenamento, uns por cima dos outros provocando grandes prejuízos na região”, frisou.
O agricultor queixa-se de um processo burocrático para aceder aos apoios à reconstrução destes muros tradicionais e da necessidade de se recorrer a mão-de-obra paga, o que causa ainda mais dificuldades.
Contactado pela agência Lusa, o responsável pela Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), Manuel Cardoso, referiu que desde o início do ano já foram reportadas aos serviços algumas queixas de estragos provocados pelo mau tempo, mas salientou que se trata de “situações relativamente normais”.
A maior parte dos estragos terão ocorrido sobretudo nas vinhas mais novas, em que os terrenos ainda não estão consolidados.
Manuel Cardoso salientou que as queixas apresentadas foram registadas e que se procedeu ao seu encaminhamento para, depois, os agricultores poderem recorrer às várias linhas de apoio, que já estão implementadas, com vista à recuperação dos muros.
Por exemplo, no âmbito do programa de financiamento comunitário PRODER, foi criada a medida específica de Intervenção Territorial Integrada do Douro Vinhateiro, que apoia a manutenção e conservação destas estruturas tradicionais.
Uns chamam-lhes as “rugas” outros os “degraus” do Douro. Os muros de xisto foram construídos nos últimos séculos pelos durienses e serpenteiam a paisagem ao longo de vários quilómetros.
Só que, quando ocorrem intempéries são muitos os muros e socalcos derrubados pela força das águas.

Turismo do Douro lança Guia Turístico da Rede das Aldeias Vinhateiras

A Turismo do Douro apresenta na próxima sexta-feira, mais uma importante ferramenta de promoção da Rede de Aldeias Vinhateiras do Douro, um mês depois da constituição da Associação de Desenvolvimento Wine Villages – ADRAV Douro, actual responsável pela condução dos destinos da organização, promoção e desenvolvimento do património material e imaterial da rede das aldeias vinhateiras do Douro.
O Guia Turístico da Rede de Aldeias Vinhateiras – que será apresentado dia 5, pelas 15h30 no Museu do Douro – «será mais um instrumento para a promoção turística do

Antonio Martinho
Presidente  - Turismo do Douro
Douro. Mas, de igual modo, pela informação nele contida, pelos dados que proporciona ao turista para melhor fruir o Douro, desde logo, a própria riqueza de cada uma das Aldeias Vinhateiras, com o seu enquadramento na região, contribuirá para a revitalização socioeconómica e para a fixação da população nesta parcela do interior do país», escreve António Martinho no prefácio.


Elaborado pela Crimafil, o Guia Turístico da Rede de Aldeias Vinhateiras possui 100 páginas a cores com conteúdos introdutórios dedicados ao enquadramento geográfico e histórico das seis aldeias onde se explicam os fundamentos da sua importância para a Região Demarcada que lhes valeram o epíteto de Aldeia Vinhateira e o seu papel transversal nos produtos turísticos estratégicos definidos para o Douro, Touring Cultural e Paisagístico, Turismo de Natureza e Gastronomia e Vinhos.
Os forais, a história dos pelourinhos, igrejas e mosteiros, a heráldica das casas brasonadas, os rituais e as tradições ancestrais, os feitos das figuras ilustres, as lendas e estórias antigas, curiosidades locais e regionais, tudo está nas páginas dedicadas a cada aldeia vinhateira. Paginadas com uma sintonia estética de grande profissionalismo, a informação partilha harmoniosamente o espaço com fotos e mapas de localização das aldeias na Região e plantas dos respectivos centros rurais.
Não faltam quadros com as distâncias em tempo e quilómetros entre aldeias e relativamente a centros urbanos. Há ainda sobre cada aldeia sugestões de circuitos a realizar e informação sobre o que visitar num raio de 60 Kms.
O Guia dedica as ultimas vinte páginas ao Douro Natural e à descrição detalhada da “Grande Rota das Aldeias Vinhateiras”, um circuito «que propicia ao turista o contacto com várias experiências de natureza paisagística, ambiental e natural, conduz o visitante ao melhor do património edificado, vernacular ou senhorial do Douro, levando-o ao contacto com a melhor gastronomia e com a imensa paleta de sensações que a subtileza dos vinhos do Douro permitem alcançar». Esta informação inclui um directório com contatos úteis e informação sobre alojamento, restauração e enoturismo da Região.
O lançamento do Guia integra um conjunto de iniciativas e ferramentas de promoção e comunicação da Rede de Aldeias Vinhateiras, inscritas na candidatura ao ON2-Norte. A Turismo do Douro continua a trabalhar outras das vertentes do projecto como a sinalética turística e o website das Aldeias Vinhateiras, cuja adjudicação formalizou recentemente.
Nesse sentido contribui em larga medida para o desenvolvimento do meio rural como explica o Presidente da Turismo do Douro: «(…) Estamos a prosseguir nas estratégias que nos levam a trilhar os caminhos do desenvolvimento, de forma integrada. E o turismo pode ter aí um papel importante a desempenhar. As Aldeias Vinhateiras são, como o seu nome indica, centros rurais.
Reconhece-se que o seu património construído – religioso ou civil -, bem como as suas tradições podem constituir um importante fator da sua oferta turística. A “revitalização dos espaços rurais” enquadra-se no conceito de multifuncionalidade das atividades agrícolas em que a paisagem, o património cultural e o turismo estão presentes e podem desempenhar um papel fundamental. E como o que o Meio Rural tem para oferecer a nível de recursos turísticos se apresenta, hoje, com claras vantagens competitivas, com base em experiências e produtos diferenciadores, então estaremos a realçar aspetos diferentes, únicos, intransferíveis, marcas que cada vez mais se destacam na procurado turista»

sábado, 23 de março de 2013

Feira Medieval de Torre de Moncorvo 2013


Cerca de 700 figurantes encheram as ruas do centro histórico de Torre de Moncorvo em mais uma Feira Medieval.

A vila regressou à Idade Média, na passada sexta-feira, através de uma iniciativa organizada pelo Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado, que contou com o apoio da autarquia.O presidente do Agrupamento de Escolas, Alberto Areosa, sublinha que esta festa só é possível com o envolvimento de toda a comunidade.Em plena época de amendoeiras em flor, esta é mais uma actividade que pode ser apreciada pelos turistas. Para o vereador da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, António Moreira, é precisamente o envolvimento de toda a população do concelho que marca a diferença nesta feira medieval.

Danças, teatro, cortejos reais, lutas de guerreiros, o assalto ao castelo e a ceia medieval foram alguns dos momentos altos da festa.

Escrito por Brigantia  / video: Fernando Peneiras

Exposição «Bíblia Sagrada» traduzida em mirandês em Miranda do Douro

MIRANDA DO DOURO – De 27 de março a 12 de abril está patente ao público na Biblioteca Municipal de Miranda do Douro, a exposição a “Bíblia Sagrada” traduzida em mirandês de Domingos Augusto Ferreira.

Domingos Ferreira explica em mirandês o que o visitante pode encontrar nesta mostra que “Yê cumpuôsta de seis blumes: cinco de l Biêlho i um de l Nuôbo Testamento. La sue scrita fui feita com tinta parker com caneta de tinta permanente i outras çmilares. L papel usado fui de formato A4, registo de 80 grs. L tipo de la letra precurei que fussa na caligrafiê, cuorpo entre 10-12.L númaro de ls capitlos stân grabados a ouro, bien cumo las restectibas einicials. Las ancadernaçones stân todas trabalhadas na pél curtida de canhono ou de chibo. Nas cuôstas de cada blume de l Biêlho testamento stãn grabados ls respectibos lhibros que l cuômponam, pus que, cuomo hábeis de recordar prefazam 46 lhibros que ajuntando-le ls 27 que cuômponam l Nuôbo dan um total de 73. Todas eilhas grabadas a sferográfica”, termina.

Candidatura do Nordeste Transmontano, Zamora e Salamanca a Reserva da Biosfera pronta até Setembro

Ainda este mês, as regiões e autarquias envolvidas vão entregar projecto aos governos de Portugal e Espanha, que o apresentarão depois à Unesco.

O Parque Natural de Montesinho
 é uma das áreas integradas neste projecto transfronteiriço
A proposta da candidatura ibérica a maior Reserva da Biosfera da Europa será entregue no final do mês aos governos de Portugal e Espanha, anunciaram esta sexta-feira os promotores que esperam poder levar o processo, em Setembro, à aprovação da Unesco.

As regiões de Bragança, em Portugal, e de Salamanca e Zamora, em Espanha, começaram a preparar a candidatura há dois anos, através do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial - o ZASNET AECT - que engloba municípios do Nordeste Transmontano, concretamente da Terra Fria, Terra Quente e Douro Superior, do lado português, e de Zamora e Salamanca, do lado espanhol.

O estatuto de Reserva da Biosfera é uma espécie de selo de qualidade atribuído pela Unesco a territórios reconhecidos pelo pelo uso sustentável do espaço e pela preservação da biodiversidade.

Num seminário ibérico que decorreu hoje em Bragança, foi apresentada a versão preliminar da candidatura “que será entregue, até ao final de Março, no Ministério do Ambiente espanhol, em Madrid, que iniciará um processo de articulação formal com o Ministério do Ambiente português”, adiantou à Lusa o presidente da Câmara de Bragança e do ZASNET, Jorge Nunes.

Segundo o autarca, os governos dos dois países terão depois um período de 60 dias para procederem à avaliação técnica e cientifica de modo a, até ao final de Junho, ser apresentada a versão definitiva da candidatura e do plano de acção. esta fase do processo deverá estar pronta em Setembro para apresentação da candidatura à Unesco.

Se a decisão do organismo internacional for favorável, será criada “a maior Reserva Transfronteiriça da Europa”, que abrangerá um território com uma área equivalente à região norte de Portugal.

Neste território concentram-se várias áreas protegidas portuguesas e espanholas como os parques naturais de Montesinho, do Douro Internacional, de Sanábria e das Arribas do Douro, alguns território inseridos na Rede Natura, como a Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, Romeu, Sierra de la Culebra, Lagunas de Villafafila e Rio Sabor/Rio Maçãs.

O autarca social-democrata sublinhou que da parte das autoridades locais estão assegurados os passos necessários, admitindo, no entanto que se trata “de um processo difícil”, sobretudo ao nível da articulação entre os governos dos países, a fase que se segue. Jorge Nunes considerou que cooperação territorial transfronteiriça que este processo implica vai “ao encontro das estratégias mais desenvolvidas da União Europeia no que diz respeito às políticas para os territórios de baixa densidade”.

Por todo o mundo há algumas centenas de sítios com esta classificação e em Portugal o primeiro a ser distinguido pela Unesco foi a Reserva Natural do Paul do Boquilobo, que se estende pelos concelhos de Torres Novas e Golegã. As ilhas das Flores e da Graciosa, nos Açores, são outros dos sítios portugueses com a classificação criada pela Unesco para distinguir e incentivar a conciliação entre a conservação e o uso dos recursos naturais, o chamado desenvolvimento sustentável.

terça-feira, 19 de março de 2013

Toca da Raposa convida Profissionais do Turismo


 


Adicionar legenda
No passado 17 de Março , Toca da Raposa juntou à mesa, Profissionais de Turismo das Unidades Hoteleiras/TER/Enoturismo , num perfeito cruzar de ideias com gastronomia, orgulhosamente harmonizado com os melhores vinhos do Douro e Porto. O resultado foi mais que positivo, Folhado de Alheira em cama de grelos salteados, Caldo de couve Esfarripado, Crocante de bacalhau com milhos do mesmo, Arroz de Salpicão e a oportunidade de avaliar em primeira mão as 3 novas sobremesas da casa, Delícia de Porto 10 anos, Queijada Vintage e Bolo Preto LBV.
A apresentação dos pratos e vinhos foi realizada pela equipa da casa com a simpatia e profissionalismo que os caracteriza e distingue. Convidados reconheceram a importância de encontros desta natureza na extensão do Turismo no Douro, onde cada um se apresenta de forma única e diferente dos demais, uma excelente ideia da equipa da Toca da Raposa que trará mais união entre as Unidades Hoteleiras e qualidade no relacionamento com os turistas.
O restaurante Toca da Raposa é aderente à 1ª Edição do Portugal RestaurantWeek, que decorre de 14 a 24 de março, tendo criado um menu específico para o evento e prepara-se para receber a 2ª Quinzena Gastronómica do Cabrito, de 24 de março a 7 de abril. Um convite para conhecerem o espaço e a orgulhosa comida regional duriense, em Ervedosa do Douro.

Texto: Monica Coutinho - RP Toca da Raposa
 
 
 
  • Rua da Praça
  • 5130-072 Ervedosa Do Douro, Viseu, Portugal
  • Horário:10:00 - 23:00
    • Telefone
    351 254 423 466

    sexta-feira, 15 de março de 2013

    Visita Cavaco visita Nordeste Transmontano


     O presidente da República visita esta sexta-feira uma das maiores empresas portuguesas de cogumelos em estufa sediada no Nordeste Transmontano, onde Cavaco Silva vai passar o dia com a economia, o património e a saúde na agenda.
    O chefe de Estado participará em dez cerimónias e visitas ao longo desta sexta-feira em três dos concelhos mais isolados do distrito de Bragança, os de Torre de Moncorvo, Vila Flor e Carrazeda de Ansiães.
    Cavaco Silva inicia este périplo em Torre de Moncorvo, com uma passagem pela igreja da Misericórdia e inauguração do Museu de Arte Sacra, seguida de uma visita à exposição deste equipamento cultural.
    Durante a manhã, em Torre de Moncorvo, visita ainda o Centro de Memória e participa na apresentação da reedição da monografia Torre de Moncorvo Município Tradicional.
    O Presidente da República segue para Vila Flor, onde, à hora de almoço visita a Sousacamp, na freguesia de Benlhevai, uma das maiores produtoras nacionais de cogumelos em estufa com cinco unidades espalhadas pelo Norte de Portugal (Benlhevai, Paredes e Vila Real) e Espanha.
    A empresa criada há mais de duas décadas por empresários locais é responsável por cerca de 400 postos de trabalho, mais de uma centena dos quais na unidade de Vila Flor.
    A manhã termina com uma passagem pelo Santuário de Nossa Senhora da Assunção e, depois de almoço, o Presidente da República vai conhecer a Unidade de Cuidados Continuados Integrados deste concelho transmontano, que foi pioneiro neste serviço disponível há cerca de 15 anos por iniciativa da Misericórdia local.
    Depois de uma visita a um museu local, o chefe de Estado segue para a empresa Frucar, em Carrazeda de Ansiães, uma organização de produtores de maçã, responsável pela maior parte das "dez a 12 toneladas" de produção anual, que "representam aproximadamente 2,5 milhões de euros anuais".
    O concelho transmontano tem 550 hectares de pomares e o sector tem vindo a registar uma nova dinâmica agrícola e algum rejuvenescimento, com jovens a apostarem na fruticultura e os produtores já instalados a aumentarem a área de produção.
    Ainda em Carrazeda de Ansiães, Cavaco Silva ficará a conhecer a iniciativa da autarquia local para atrair turistas ao concelho, o Circuito Turístico do castelo de Ansiães e do Douro.
    O Presidente da República termina a jornada no Nordeste Transmontano com uma visita, no final da tarde, ao castelo de Ansiães.
    Fonte

    Comentário por parte da administração do Blogue Douro & Trás-os-Montes:

    “Ainda em Carrazeda de Ansiães, Cavaco Silva ficará a conhecer a iniciativa da autarquia local para atrair turistas ao concelho, o Circuito Turístico do castelo de Ansiães e do Douro.”

    Blogue deixa aqui a critica negativa há Hipocrisia politica da parte da Autarquia de Carrazeda de Ansiães.

    Um Presidente da Republica que faz o mesmo jogo ou pelo menos aceita por parte do um governo que nos coloca Scuts para impedir o desenvolvimento turístico ( e outros).
    Nós blogueiros e individuais que fazemos o trabalho diário em divulgar o Bom de Trás-os-Montes e Alto Douro, vemos, sentimos por parte do poder central a criação de Traves para a vinda de turistas e para os poucos que visitam tornem a voltar.
    Scuts como a maior aberração pelo seu sistema de funcionamento. Turistas estrangeiros não entendem, não aceitam tal funcionamento (método).

    Senhores Autarcas de Carrazeda de Ansiães não Gostamos, para nós blogue ficam como o exemplo da hipocrisia e jogo politico sem caracter da defesa dos interesses da Região.

    quinta-feira, 14 de março de 2013

    Páscoa:Tradições cristãs e pagãs sobrevivem na Semana Santa em Trás-os-Montes


    Na região transmontana são ainda muitas as tradições cristãs e pagãs que sobrevivem e repetem na semana que antecede a Páscoa, desde os autos da paixão, as endoenças, vias-sacras, queima do Judas ou o enterro do bacalhau.

    Alexandre Parafita, professor da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e especialista em Património Imaterial, explicou hoje à Agência Lusa que "estas tradições são marcadas por fortes sentimentos de religiosidade, mesmo quando constituem momentos eufóricos da expansão lúdica do povo".

    "Se os autos da paixão, as endoenças e as vias-sacras traduzem cenários de luto, de reflexão dolorida, expressos dos tons roxos e negros das celebrações, a queima do Judas e o enterro do bacalhau representam impulsos eufóricos de catarse e libertação perante os constrangimentos quaresmais", acrescentou.

     

    Vila Real organiza em maio concurso pioneiro de robótica


    A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) organiza entre 11 e 12 de maio, em Vila Real, um concurso de robótica pioneiro no país, o "Micromouse Portuguese Contest" que coloca competição, num labirinto, pequenos robots.
     
    "O concurso é único a nível da Europa continental e é o primeiro em Portugal", afirmou hoje à agência Lusa o professor António Valente, do Departamento de Engenharias.
    O objetivo deste concurso internacional, segundo o investigador, é desenvolver, a nível nacional e europeu, esta modalidade da robótica.
    Os pequenos robots, os "micromouses", vão tentar resolver um labirinto e ganha quem for mais rápido. O labirinto é composto por uma matriz de 16 por 16 células, cada uma formada por um quadrado de 18 centímetros mm com paredes com cinco centímetros de altura.
    Este género de concursos é muito comum na Ásia, já há também alguns eventos do género nos Estados Unidos da América e um em Inglaterra.
     
    António Valente salientou que qualquer pessoa que goste de robótica e de eletrónica pode participar nesta competição.

    sexta-feira, 8 de março de 2013

    Feijoada à Transmontana com Grelos.

    Foto de Leonor Rocha
    Ingredientes :
    1 Kg de feijão vermelho.
    1kg de carne de vitela.
    3 Orelhas de porco.
    3 Chispes de porco.

    1 Chouriço caseiro (linguiça)
    ½ Kg de carne de porco entremeado (salgada.)
    Entrecosto salgado, ou fresco, com sal uma hora antes.
    2oo gramas de toucinho fumado.
    Pernil de porco fumado.
    Piripiri. Q.b..
    2 Folhas de louro, com um ramo de salsa.
    Uma cebola.
    Tomate a gosto.
    Um molho de grelos.
    Cominhos.
    Sal.
    Azeite.

    Modo de preparação:
    Põe o feijão de molho da noite para a manha. Caso não o tenha posto de molho. Ponha de molho em água fervente com sal uma hora. Depois coza o feijão.
    Coza as orelhas e os chispes e o entrecosto. Deite a água fora. (isto depois de bem limpos)
    Num tacho grande faça um refogado com a cebola picada e com o azeite a cobrir a cebola (não use muito que as carnes vão dar-lhe a gordura.
    Depois de loura a cebola ponha a vitela no tacho, junte – lhe as orelhas e os chispes já meios cozidos, a ultima carne a deitar no tacho é a carne entremeada de pouco esta coze mais rápido. Ponha o tomate a folha de louro e a salsa e o piriri deixe ficar bem cozido rectifique o sal, visto que o feijão levou sal. As carnes de porcos tb tinham sal .
    Agora que falta pouco para cozer. Ponha o feijão e a água. Ponha os grelos porque estes é só 15 minutos mais ou menos isso, ponha os cominhos no final da cozedura.
    Esta quantidade dá para 8 a 10.pessoas
    Apague o lume.
    Sirva com arroz branco.

    Bom apetite.

    Por: Leonor Rocha

    domingo, 3 de março de 2013

    XV FEIRA DO FOLAR DE VALPAÇOS


    Com Entradas Livres nos dias 22, 23 e 24 de Março, vai acontecer em Valpaços mais uma edição da Feira do Folar 2013 - Produtos da Terra e seus Sabores.
    A decorrer no Pavilhao Multiusos de Valpaços, trata-se da XV Feira e quem visitar Valpaços poderá encontrar muita gastronomia regional, tabernas típicas, orquestras musicais, bandas filarmónicas e ranchos folclóricos.
    São dezenas de expositores, que vão colocar em destaque, o melhor que a tradição conservou dos saberes antepassados em termos de gastronomia no concelho valpacense.
    Do azeite ao vinho, passando pelo bolo podre, mel, compotas, azeitonas, frutos secos e, claro está, o tradicional folar, nada irá faltar durante o certame que deu vida á fama de “Valpaços - Capital do Folar”.
    Com muitos expositores, restaurantes, produtos e animação à disposição do visitante, certamente este será uma feira que não deve perder.
    Organizada pela Câmara Municipal de Valpaços, a Feira do Folar de Valpaços é considerada um dos certames mais importantes realizados no Interior do País, que durante três dias tem à disposição muita animação, mostra de produtos e actividades socioculturais.

    Folar de Valpaços (Receita Tradicional)

    • 1Kg de farinha;
    • 12 ovos mais 1 gema;
    • 350g de Gorgura (150g de manteiga;
    • 150g de banha;
    • 50g de azeite);
    • 30g de Fermento de padeiro;
    • 1 Frango pequeno corado;
    • 1 Salpicão pequeno;
    • 200g de presunto;
    • 1 Chouriço de carne (linguiça);
    • Salsa
    Peneira-se a farinha com um pouco de sal num alguidar e faz-se uma cova no meio. Desfaz-se o fermento de padeiro em 0,5 dl de água tépida, deita-se na cova da farinha e vai-se envolvendo nela.

    Colocam-se os ovos inteiros com a casca numa tigela e cobrem-se com àgua morna. alguns minutos depois, abrem-se para dentro da farinha (sempre ao centro) e vai-se fazendo absorver a farinha trabalhando-a a partir do centro. derrreta as gorduras em lume brando. Junta-se à massa e trabalha-se tudo adicionando agua necessária até obter uma massa fina. A seguir, bate-se a massa com as mãos até esta se desprender completamente do alguidar.

    A massa considera-se bem batida quando aparecem uma bolhas à superfície. Nesta altura polvilha-se a massa com um pouco de farinha, cobre-se com um pano e envolve-se o alguidar com um cobertor. Coloca-se num local tépido e onde possa receber um pouco de calor indirecto. A massa leva 2 horas a levedar. Está levedada quando atingir o dobro e apresentar um aspecto rendado. Tem-se um tabuleiro rectangular, cujos bordos não devem exceder 8 cm de altura, muito bem untado com banha.

    Cortam-se o chouriço e o salpicão às rodelas, o presunto às tiras e desossa-se o frango limpando-o de peles e ossos e desfazendo-o em febras. Divide-se a massa em três partes, devendo uma delas ser um pouco maior. Estende-se esta parte maior e forram-se com ela o fundo e os lados do tabuleiro. Espalha-se por cima metade da porção das carnes e salsa e cobre-se com a segunda parte das massa, sobre a qual dispõem as restantes carnes. Finalmente, tapa-se o folar com a terceira parte da massa e unem-se os bordos a esta camada final.

    Deixa-se levedar novamente o folar até aparecerem bolhinhas a superfície. Nesta altura, pincela-se com gema de ovo e leva-se a cozer em forno bem quente durante cerca de 45 minutos.


    segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

    CP reedita Rota das Amendoeiras no Douro

    Foto: Douro.com.pt
     
    Nos primeiros quatro sábados de Março vão realizar-se as já conhecidas viagens da CP às Amendoeiras do Douro.

    Para esta edição de 2013, a 60ª, estão previstos três itinerários, efectuados em comboio especial e autocarro, com saídas de Porto Campanhã pelas 07:20 e chegada ao Pocinho pelas 10:11.
    Para o regresso está prevista a partida do Pocinho pelas 19:47 chegando a Porto Campanhã pelas 22:55.

    As viagens decorrerão nos sábados dias 02, 09, 16 e 23 de Março de 2013.

    Os percursos foram escolhidos de modo a permitir apreciar a beleza e o esplendor das amendoeiras em plena floração e ainda tomar contacto com o património cultural e gastronómico de algumas das mais belas vilas e aldeias de Portugal.

    Deste modo a Rota A passará por: Pocinho, Museu do Côa (visita cultural), Figueira de Castelo Rodrigo (almoço), Castelo Rodrigo (visita cultural), Barca d’Alva, Penedo Durão (vista panorâmica), Freixo de Espada à Cinta, Pocinho.

    A Rota B irá por: Freixo de Numão; Penedono (tempo livre); Trancoso (almoço); Marialva; Meda (visita cultural) Longroiva; e Vila Nova de Foz Côa.

    A Rota C passeará por: Pocinho, Alfândega da Fé (almoço), Cerejais (visita panorâmica), Mogadouro, Torre de Moncorvo, e Pocinho.

    O preço da Rota A (comboio + autocarro) é de 36 euros por adulto e 19 euros para crianças.

    As Rotas B e C terão o custo de 34 euros por adulto e 19 euros por criança.

    Os bilhetes para a Rota das Amendoeiras estão já à venda em toda a rede de bilheteiras CP, e nos outros locais habituais.
    FONTE

    REPORTAGEM - Vindimas no Douro Superior 2012

     José Eduardo - Enólogo
    Quinta da Sequeira

     
    Atrasadas mas finalmente arrancaram as vindimas no douro!Para já colhem-se as uvas brancas para depois se colher as tintas. Seja qual for a cor mas, com a certeza! Uvas de alta qualidade que nos permite, produzir dos melhores Vinhos Portugueses e Internacionais!
    Local: Vila Nova de Foz côa
    Oráculo: Quinta da Sequeira tem sido premiada internacionalmente pelos seus vinhos
    Fala: José Eduardo - Enólogo da Quinta da Sequeira