sábado, 23 de fevereiro de 2013

PÁSCOA EM TRÁS-OS-MONTES

Em todas as épocas festivas, para além das tradições, existem sabores que lhes estão associados. A Páscoa não é exceção e são várias as iguarias que, por esta altura, marcam presença à mesa. Que sabor lhe faz lembrar a Páscoa?
É certo que, em cada canto do país, existem pequenas diferenças gastronómicas mas, o mais característico, acaba por ser transversal a todos eles.
As tradicionais amêndoas, que dão cor às mesas e adoçam paladares, e o tradicional folar, doce ou salgado, são exemplos desta cumplicidade. Considerada a mais importante festa cristã, por ser comemorada a ressurreição de Jesus Cristo, a Páscoa não acontece sempre no mesmo dia do ano, a sua comemoração é determinada pelo calendário lunar. Nesta época, é muito comum dar e receber amêndoas e ovos de chocolate. Também é altura dos afilhados oferecerem, no Domingo de Ramos, flores aos padrinhos e receberem o tradicional folar, símbolo de amizade e reconciliação. Em alguns locais do país, o "Compasso" ainda se mantém, uma tradição caracterizada pela visita do padre que percorre as ruas e vai entrando nas casas, para celebrar uma pequena cerimónia de bênção. Na mesa, além de bonitas toalhas, são colocadas as iguarias associadas à comemoração em causa.
A norte do país, a tradição manda que o cabrito assado esteja em qualquer mesa. Em Trás-os-Montes, o destaque vai para o folar de carne. No que toca a doce típicos, os borrachos ou passarinhos constituem o doce de eleição em Valença. O pão de ló de Margaride, nome pelo qual é sobejamente conhecido, é muito requisitado para os lados de Felgueiras. Se está no Centro do país saiba que, na mesa, não pode faltar a chanfana e o leitão assado. Nos doces, não se esqueça das empenadilhas, doce típico da Covilhã, cujo recheio é composto, entre outros ingredientes, por nozes e amêndoas. No Alentejo a mesa já está composta. Consta que o prato principal é cordeiro. Por todo o Algarve, para além dos tradicionais doces de amêndoa, continua a fazer-se o folar.

OPORTUNIDADES DE EMPREGO - Douro Azul está a recrutar: 220



A Douro Azul, operadora turística que realiza cruzeiros no Douro, está a contratar. A empresa tem 220 vagas para preencher e o processo de recrutamento decorre até ao início de março.

«É a oportunidade para quem queira abraçar uma carreira num ambiente único de contacto com turistas de todo o mundo, integrando uma equipa de profissionais de excelência, numa das mais belas regiões demarcadas: o Douro», defende a empresa no seu site oficial, onde estão as informações sobre as vagas.

As oportunidades de emprego disponíveis são para diretor de navio-hotel, assistente de bordo, rececionista, chefe de sala, empregado de mesa, empregado de bar, chefe de cozinha, cozinheiro de 1ª, copeiro, empregada de quartos e ainda motorista de pesados de passageiros.

«O processo de recrutamento começou em janeiro, e já temos algumas pessoas selecionadas, mas ainda há muitas vagas», assegurou à TVI24.pt a diretora de recursos humanos da Douro Azul, Sara Azevedo, adiantando que «já recebemos 12 mil candidaturas».

Para ser recrutado, é preciso ter «disponibilidade para estar embarcado (os cruzeiros têm duração de oito meses), conhecimentos de línguas (pede-se fluência em inglês e alemão/francês), orientação para o serviço e, de preferência, experiência no setor». As habilitações literárias são «importantes para algumas funções, mas não são um fator eliminatório», desde que os candidatos cumpram os outros requisitos.

Os empregos criados na Douro Azul são sazonais: os selecionados começam a trabalhar a partir de março e os contratos vão apenas até novembro porque «o Douro não é navegável nos meses de inverno», explica Sara Azevedo.

Este ano, a Douro Azul reforça a frota com mais dois navios, prevendo-se que, para o ano que vem, adicione outros dois.

Aos candidatos, a empresa promete «salário acima da média para a função, além de alojamento e alimentação». Os interessados devem concorrer preferencialmente por e-mail, para o endereço recursos.humanos@douroazul.pt com indicação da função a que se candidatam, acompanhada de C.V..

Mas há mais empresas a contratar em Portugal. Por exemplo, uma multinacional francesa vai criar 250 postos de trabalho ao abrir um novo call center no Porto.
A Altran Portugal também tem 120 vagas para preencher no Fundão e a OutSystems também está a recrutar para 40 lugares.

Para quem procura oportunidades de emprego no exterior há vários anúncios no site do IEFP. Um dos países interessados em recrutar em Portugal é a Alemanha, que tem mesmo em curso uma série de sessões de esclarecimento para os interessados.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Floração das amendoeiras no Douro Superior atinge ponto alto no final do mês


O ponto alto da floração das amendoeiras na região do Douro Superior deverá acontecer até ao final do mês de fevereiro, disse à Lusa o diretor Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN).
Segundo Manuel Cardoso, as espécies autóctones de amendoeiras plantadas nos vales dois rios Douro, Sabor, Águeda e Tua já comeram a florir e a pintar a paisagem.
"Acredito que este seja um bom ano para a floração das amendoeiras, já que as condições climatéricas assim o permitem. O tempo tem estado seco e com algum sol, o que favorece a floração", acrescentou o responsável.
FONTE

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Muros de xisto reconstruídos no Douro custam 125 milhões

O Douro poderá atingir os 200 quilómetros de muros de xisto reconstruídos, num investimento de cerca de 125 milhões de euros, com o apoio de fundos comunitários, segundo dados da Direção Regional de Agricultura hoje revelados.
Os muros em pedra posta de xisto são considerados os elementos mais marcantes na paisagem duriense, Património Mundial da Humanidade, classificado pela UNESCO em 2001.
José Pereira, assessor da Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN), revelou que está a ser feita uma forte aposta na recuperação dos tradicionais muros de xisto.
Para o efeito, foi criada uma medida específica no programa de financiamento comunitário PRODER, denominada Intervenção Territorial Integrada do Douro Vinhateiro, que apoia a manutenção e conservação destas estruturas tradicionais.
Segundo a fonte, "estão a ser apoiados cerca de cinco mil agricultores, que estão a receber anualmente cerca de cinco milhões de euros de apoios".
No âmbito do PRODER, já foi apoiada a recuperação de 25 quilómetros de muros, o que representa um investimento de 24 milhões de euros.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

AmaVida estreia cruzeiros no Douro a 16 de Março


O AmaVida, navio de cruzeiros fluviais da companhia norte-americana AmaWaters, com capacidade para 106 passageiros, vai estrear-se nas águas do Douro a partir do próximo dia 26 de Março.
O navio vai realizar em 2013 quatro itinerários, alguns dos quais com estada em Lisboa e cruzeiro no Douro, como já tinha sido anunciado pelo PressTUR (clique para ler: Empresas de cruzeiros fluviais vão reforçar aposta no Douro). 
“Port Wine & Flamenco”, “Enticing Douro”, “Impressions of France & Portugal” e “Classic Port Wines & Charming Quintas”, são os itinerários realizados este ano pelo AmaVida, informa a companhia.
O “Port Wine & Flamenco” prevê três noites em Espanha, um cruzeiro de sete noites no Douro e três noites em Lisboa, o “Impressions of France & Portugal” inclui sete noites de cruzeiro no Sena, quatro noites em Lisboa e sete noites no Douro, e os “Enticing Douro” e “Classic Porto Wines & Charming Quintas” incluem três noites de alojamento em Lisboa e sete de cruzeiro. 
O AmaVida dispõe de varandas na maioria dos quartos e suites, conta com piscina, centro de fitness e spa, e internet sem fios em todo o navio. Um dos destaques da embarcação vai para a possibilidade de jantar ao ar livre, num espaço com capacidade até 32 pessoas, como opção à sala de jantar. 
Em 2014 estão anunciados os cruzeiros “Enticing Douro” e “Port Wine & Flamenco”. 
A AmaWaters anunciou mais cruzeiros temáticos este ano e em 214, nomeadamente, cruzeiros sob o tema do vinho, "In Celebration of Wine" que terão 21 partidas este ano. 
No programa estão também cruzeiros das vindimas no Douro (Harvest Wine Cruises on Portugal's Douro River), com duas partidas em Outubro, e um cruzeiro gourmet, com o chef Bob Blumer, “que irá trazer a sua paixão por comida e demonstrações de cozinha” a 22 de Outubro próximo. 
Os temas dos cruzeiros da AmaWaters incluem também a herança judia no Danúbio (quatro partidas em 2013), Tulipas e Jazz no AmaCerto, a 22 de Abril próximo, e a 28 de Abril de 2014, o “Chocolate Connoisseurs Cruise” com fabricante artesanal de chocolate Norman Love da Norman Love Confections. 
Este ano, a estreia do AmaVida vai ser acompanhada pelo AmaPrima, em Amesterdão, que vai fazer dez itinerários (Tulip Time Cruise, Melodies of the Danube, The Romantic Danube, Blue Danube Discovery, The Legendary Danube, Magnificent Europe, Grand Danube Cruise, Black Sea Voyage, Great Capitals & Vintages of the Danube, e Christmas Time Cruise). 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Especial Carnaval no Douro

Hotel Aquapura Douro Valley, no Vale do Douro a cinco quilómetros de Peso da Régua, em regime de alojamento e pequeno-almoço (APA), com jantar temático sem vinhos incluídos, visita ao Museu do Douro e check-out tardio, com preços entre os 190 euros e os 265 euros para duas noites. 





sábado, 19 de janeiro de 2013

Subida do IVA para vinho "desastrosa" para Douro

Comerciantes e produtores do Douro consideram que a subida do IVA do vinho para os 23 por cento, sugerida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) será "desastrosa" para a região e traduzir-se-á numa quebra imediata nas vendas. 

O FMI refere num relatório publicado sexta-feira e que acompanha a sexta avaliação do programa de ajustamento português, que alguns dos bens e serviços que estão atualmente nas taxas reduzidas e intermédia não são de necessidades básicas, tais como o vinho.
Neste caso sugere que a taxa, atualmente nos 13 por cento, poderá passar para os 23 por cento.
Estas notícias lançaram grandes nuvens de preocupação sobre a Região Demarcada do Douro, onde os vinhos do Porto e Douro representam cerca de 480 milhões de euros anuais de volume de negócios.
António Saraiva, da Associação das Empresas de Vinho do Porto (AEVP), afirmou à agência Lusa que, se o Governo acatar a sugestão do FMI, esta subida significará uma "quebra imediata nas vendas"
"Numa altura em que o Governo demonstra que há uma certa aposta no setor primário, nomeadamente na agricultura, tudo que vá originar quebras de vendas será desastroso", salientou.
Foto de Fernando Peneiras
António Saraiva espera que prevaleça o "bom senso" para que não se penalize mais este setor que já atravessa tantas dificuldades.
Para os pequenos e médios produtores durienses esta subida iria "complicar ainda mais" uma situação que "já é dramática".
"Não temos dúvidas de que vai ser mais uma razia, um problema que teremos que enfrentar e que terá repercussões a nível das vendas dos vinhos", afirmou Vítor Herdeiro, vice presidente da Associação dos Vitivinicultores Independentes do Douro (AVIDOURO)
E, para o responsável, quem "mais uma vez irá pagar a fatura será o produtor".
À baixa do preço do vinho pago aos lavradores, juntam-se outras dificuldades como o aumento dos fatores de produção essenciais à vitivinicultura, como combustíveis ou produtos de tratamento das vinhas.
Na mais antiga região demarcada do mundo, os viticultores prometem agora ficar atentos e sair à rua em protesto se o executivo de Pedro Passos Coelho resolver avançar com o aumento do IVA.
No ano passado, também esteve em cima da mesa a subida da taxa intermédia do IVA para o vinho. Neste caso, o Governo decidiu manter a taxa em vigor devido à relevância do setor para a agricultura nacional

Evento de Solidariedade anulado em Peso da Régua.


Por Falta de Apoio Logístico por parte do poder local do peso da régua não se realizara para Abril o evento para angariação de bens alimentares para as famílias mais carenciadas do concelho como anunciado e pogramado.
O Blogue Douro & Trás-os-Montes pede Desculpa a todos os seguidores.
Desde já agradece aos Artistas, Samira CantoraLuis ManuelRui Fontelas MusicoPaulo Miguel entre outros a disponibilidade para total Apoio para o Evento.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Douro Azul: Empresa turística anuncia 222 vagas de trabalho


A empresa turística Douro Azul anunciou hoje que abriu 222 vagas de trabalho, em diversas áreas, desde a hotelaria à náutica passando pela manutenção, procurando candidatos com conhecimentos da língua inglesa.


A empresa dirigida por Mário Ferreira procura, para a área de hotelaria, «diretores de navio hotel, assistentes de bordo, rececionistas, chefes de cozinha, cozinheiros de primeira, empregados de mesa, barmans, ajudantes de cozinha, empregados de quarto, copeiros, terapeutas de spa», de acordo com comunicado.
A Douro Azul procura preencher, também, vagas de funções como mestres de tráfego, maquinistas e marinheiros dentro da área náutica.
Já em termos de manutenção são procurados carpinteiros e eletricistas e no campo do transporte terrestre motoristas de pesados de passageiros.
Segundo a empresa, a Douro Azul conta com cinco navios-hotel e vai inaugurar dois novos em março, tendo também «autocarros de luxo».
Os candidatos deverão ter «total disponibilidade para ausências prolongadas».
As pessoas que se candidatarem devem falar inglês, preferencialmente também alemão, ou francês e ter experiência em cruzeiros turísticos ou hotelaria.
De acordo com o comunicado, a Douro Azul transportou no ano passado «cerca de 14 mil passageiros de 39 nacionalidades diferentes, correspondendo a perto de 100 mil dormidas na região do Douro».

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Ligação aérea entre Trás-os-Montes e Lisboa será retomada em Março

FOTO DE: PAULO JORGE MAGALHÃES/ARQUIVO
Câmara de Bragança fez saber que o Governo prevê retomar em meados de Março a ligação aérea entre Trás-os-Montes e Lisboa interrompida em Novembro para reavaliação do modelo de financiamento.

A previsão foi adiantada aos presidentes das câmaras de Bragança e Vila Real numa reunião com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, na terça-feira, em Lisboa, em que esteve também presente o secretário de Estado dos Transportes, segundo um comunicado distribuído pela autarquia de Bragança.
Na nota assinada pelo presidente, o social-democrata Jorge Nunes, é explicado que reunião foi pedida pelos autarcas, que saíram com a "previsão do reinício da ligação aérea para meados de março, um mês depois do prazo anteriormente anunciado pelo Governo".
Os autarcas ficaram a saber que a tutela já decidiu que "o modelo de financiamento será o da subvenção ao passageiro", idêntico ao que vigora para a região autónoma da Madeira.
O Governo assegurou, segundo o município, que "o modelo está estruturado no sentido de a subvenção ao passageiro garantir esforço financeiro idêntico ao custo que anteriormente suportava na aquisição do bilhete".
O custo da viagem de ida e volta entre Bragança e Lisboa rondava os 120 euros no anterior modelo, em que o Estado financiava o serviço com o pagamento direto de 2,5 milhões de euros à operadora.

domingo, 13 de janeiro de 2013

Vale do Douro, Portugal o Destino Mais Belo do Mundo em 2013

Reivindicação do Norte de Portugal como a região vinícola mais bonita do mundo é sustentado pela grandeza da sua paisagem e vinhos.

Você vai se apaixonar com o Douro. Reivindicação do Norte de Portugal como a região vinícola mais bonita do mundo é sustentado pela grandeza da sua paisagem e vinhos. Talhado em encostas de xisto como granito polido, as vinhas em socalcos íngreme subir acima fita do majestoso rio Douro de água muito abaixo. Durante séculos, o seu afastamento, a viagem a torção, alinhavado-estradas tornava difícil de alcançar. Hoje, é fácil. Mesmo assim, este é um lugar onde os cães da vizinhança dormir nas ruas da vila e do ciclo anual das vinhas parece atemporal. Sente-se no terraço, à noite, um cálice de Porto branco e tónico na mão, e ouvir a buzina, distante triste do trem rio à noite. A terra é calma e acalmar.

Famosa por seus vinhos do Porto, o Douro também oferece temíveis vinhos de mesa tintos. Ricos e poderosos, eles competem com seleções mais importantes do mundo do vinho. Ainda assim, ninguém vai para o Douro, sem porta de degustação. Naturalmente, cada opção está aqui, direto do céu da quinta-amante do Porto. Experimente as safras de fim de engarrafadas (LBVs), vintages, as variações Tawny (marrom-dourado do envelhecimento em madeira para 10-40 anos) e os raros vintage-datados Colheitas-não há experiência que se pode comparar com degustação de um Porto mais velho que você são. Tudo o Porto e vinhos de mesa são produtos de algumas das mais belas de Portugal castas nativas: Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Barroca estão entre os melhores.

Fotos de Fernando Peneiras - Fotografo Oficial Do Blogue

sábado, 12 de janeiro de 2013

Viagem da cidade do Porto a Boticas para a Feira do Fumeiro

Por Almiro Moreira

Saída do Porto por volta das 10h, primeira paragem em Cabeceiras de Basto para o pequeno-almoço num pitoresco restaurante com uma vista fabulosa para a serra do Alvão.


Em direcção a Ribeira de Pena sempre pela velhinha estrada nacional, nessa vila e como fica mesmo a caminho aproveitamos para visitar a famosa” Ponte de Arame”, (ponte pedonal que atravessa o Tâmega).

Sempre em estrada nacional, rumo a Boticas, viajar por locais montanhosos, verdejantes, lugares apropriados para se papar uma boa merendola.


Chegada a Boticas por volta das 13h, antes de iniciar a visita ao certame, uma passagem pelas afamadas tasquinhas (dentro do mesmo pavilhão), o cheiro era enérgico para a larica. Fomos surpreendidos com o menu do dia onde queriam que eu comesse tudo mas, nem a meio cheguei.



De barriga cheia fomos ao recinto, com uma variedade de produtos de crescer agua na boca. Compramos algumas relíquias regionais.

Regresso ao Porto por trajecto diferente, Atravessamos pelos Pisões (barragem), não tirei fotos porque nessa altura chovia muito.
Continuando pela N103 em direcção a Braga dando uma vista de olhos pelo Gerês e Vieira do Minho.


Chegada à cidade da Invicta pelas 17h e já com vontade de repetir a viagem “Fantástica”,


A meteorologia é que não foi amiga (cinzento e chuvoso) mas não impeditiva para um dia Maravilhoso. 





sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Mogadouro vai ter hotel de charme


O lançamento da primeira pedra do hotel de charme "Douro Equus Resort Natur" está marcado para amanhã, sábado, para dar vida a um empreendimento que vai custar cerca de 7,6 milhões de euros.

Vai chamar-se "Douro Equus Resort Natur", vai custar 7,6 milhões de euros e será o primeiro hotel de charme do concelho do Mogadouro, em Trás-os-Montes.
O futuro equipamento turístico vai criar 30 postos de trabalho no concelho transmontano de Mogadouro e ficará instalado na freguesia rural de Vila de Ala.
Para os promotores do empreendimento turístico, o projeto consiste num hotel e acampamento turístico de quatro estrelas, com conclusão
prevista para finais de 2014.

"O projeto demorou cerca de cinco anos a amadurecer, já que se trata de um investimento arriscado. Por este motivo, teve de ser tudo bem ponderado", disse José Oliveira, administrador da Mogaequestre, a entidade promotora do projeto.

A aposta no turismo equestre 


O empreendimento é financiado através de fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). O "Douro Equus Resort Natur " abrange ainda um centro hípico e um "Biocampus", que ficará instalado numa área de 22 hectares de terreno, cedido pela freguesia de Vila de Ala.
A vertente equestre da iniciativa turística é uma mais-valia, já que vai ser também um espaço destinado aos amantes dos desportos a cavalo, prevendo-se mesmo a organização de provas internacionais naquele espaço.
Para o presidente da Câmara de Mogadouro, Moraes Machado, este investimento representa a criação de postos de trabalho numa região
essencialmente agrícola.

O projeto conta com o apoio e a orientação do Turismo do Porto e Norte de Portugal, que olha para a iniciativa como uma forma de canalizar os mais de três milhões de turistas que visitam anualmente a região Norte.
Os objetivos estratégicos do "Douro Equus Resort Natur" passam por desenvolver o turismo equestre integrado no programa de valores ecológicos e pedagógicos, dada a crescente procura deste tipo de turismo a nível mundial.
Por outro lado, a divulgação da gastronomia e os vinhos locais, num espaço qualificado e com recursos humanos adequados é outro dos objetivos.
A criação de um " Biocampus" será fundamental para a divulgação da fauna e flora da região, já que a unidade turística ficará situada junto ao Parque Natural do Douro Internacional.


A Quinta da Romaneira foi vendida a um empresário sul-americano


Quinta da Romaneira foi vendida a um empresário sul-americano que permanece, até ao momento, anónimo (não se sabe a sua nacionalidade). A Revue des Vins de France especula que a transacção terá movimentado valores na ordem de algumas dezenas de milhão de euros.
Entre as maiores propriedades do Douro, com os seus 400 hectares, sendo 85 de vinhedos, a Romaneira esconde o hotel mais caro do país e reduto de clientes famosos, da realeza europeia às estrelas de Hollywood  A quinta, eleita pelo jornal “The Times” como um dos 20 melhores hotéis de enoturismo do mundo, em 2010, produz 300 mil garrafas de vinho por ano.
Fonte: Revista de Vinhos

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

É no último fim de semana deste mês que sai à rua o "São João das Chouriças". De 24 a 27, Montalegre enche-se de gente amante das iguarias do concelho. Um evento que promete voltar a surpreender.

Tal como tem sucedido ao longo dos últimos anos, na semana anterior da Feira do Fumeiro, a organização do evento promove o certame nas cidades do Porto e Braga. A "rainha das feiras" está em conferência de imprensa, pelas 12 horas, nas casas de Trás-os-Montes do Porto (dia 17) e Braga (dia 18).


A 22.ª edição da Feira do Fumeiro e Presunto do Barroso, a ter lugar na vila de Montalegre, entre 24 e 27 deste mês, é apresentada à comunicação social no próximo dia 17 na Casa de Trás-os-Montes do Porto e no dia seguinte na Casa de Trás-os-Montes de Braga. Ambas as cerimónias estão agendadas para as 12 horas. Relembre-se que estamos a falar do maior cartaz turístico do concelho de Montalegre, organizado pelo município em parceria com a Associação dos Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã.
 
FEIRA DO FUMEIRO 2013
(24 a 27 Janeiro)
 
- 86 expositores no total (conferir lista anexa)
- 75 expositores de fumeiro
- 4 expositores de mel
- 4 expositores de licores, compotas e outros
- 3 expositores de pão e derivados

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Associação Portuguesa da Castanha nasce em breve em Vila Real

Foto do blogue do TheGoodArticle.

A Associação Portuguesa da Castanha (APC), que vai ter sede em Vila Real, vai ser formalmente constituída até março, com o objetivo de ajudar a aumentar a produção nacional, disse hoje fonte ligada ao processo.
Esta associação nasce no seio da rede nacional da fileira da castanha -- RefCast --, que há três anos defende um aumento da área de produção e quer incentivar o consumo no país.
José Gomes Laranjo, investigador da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), é um dos promotores da iniciativa e disse à agência Lusa que a APC vai ser formalmente constituída durante o primeiro trimestre deste ano.
Vila Real, 08 jan (Lusa) Fonte

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Montaria ao javali na Quinta das Carvalhas (Douro)

Foto de: Look Mag
A Real Companhia Velha (RCV) organizará no próximo dia 12 de Janeiro uma montaria ao javali na Quinta das Carvalhas, situada no Pinhão, junto do Douro.
Esta não é a primeira vez que a RCV organiza uma montaria ao javali na Quinta das Carvalhas. A primeira foi organizada em 1995. Um ano antes a Companhia obteve aprovação para a criação de uma Zona de Caça Turística.
Ao longo destes anos, além das montarias ao javali, a Companhia tem organizado caçadas aos coelhos e aos tordos.
Com a esta associação da caça, direccionada para o Turismo, alcançaram-se muitos benefícios ambientais, havendo uma diminuição dos impactos nos ecossistemas.
As inscrições para quem quiser participar na montaria ao javali, estão limitadas a 65 portas, sendo um caçador por cada porta, e o custo é de 75 euros por cada caçador e de 35 euros por cada acompanhante.
Estes valores incluem pequeno almoço e almoço harmonizado com uma selecção de vinhos do Douro e da Real Companhia Velha.
Para além da montaria, os participantes podem ainda usufruir de outras actividades relacionadas com a natureza como a observação e fotografia de fauna e flora.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

ESCRITORES D´OIRO "Guedes de Amorim"



Pesquisa e Fotos de Almiro Moreira

 Residente em Matosinhos, natural da freguesia de Sedielos, Peso da Régua.
 Um enamorado pela cultura das suas Raízes.


 Da-nos mais a conhecer a vida e obra de:

António Guedes de Amorim nasceu no lugar de Sá, freguesia de Sedielos, concelho do Peso da Régua, em 26 de Outubro de 1901. «Sou filho e neto de cavadores e tenho séculos de enxadas atrás de mim… Como brasão, honra-me e chega.» – diz numa entrevista a Lopes de Oliveira.
É um bom exemplo de escritor que se fez a si mesmo, contando apenas com o seu talento e persistência, pois as condições económicas da família não lhe permitiram levar a escolaridade além do ensino primário, que concluiu na Régua. Aos oito anos, ainda na escola, manifestou-se a sua vocação para a escrita, já que foi nessa altura responsável pelo pequeno jornal de parede da escola. Já então, nesse jornal de parede, defendia os pobres trabalhadores rurais do Douro.
Terminado o ensino primário, com onze anos apenas empregou-se num estabelecimento de fazendas, ainda na Régua, frequentando à noite aulas de um professor que lhe ensinou algo mais. Depois de uma breve passagem por Penafiel, mudou-se aos dezasseis anos para o Porto, onde encontrou um emprego no mesmo ramo de comércio. Mas aqui, dando largas à vocação da sua vida, foi desde logo começando a colaborar em algumas publicações e a escrever textos para récitas académicas. Pouco depois vemo-lo a colaborar assiduamente em diversos jornais do Porto (entre eles, A Tribuna e o Jornal de Notícias) e também de Lisboa, África e Brasil. Esta intensa actividade jornalística passou a ser a sua profissão. Até final da vida, publicaria muitas centenas, senão milhares, de crónicas em inúmeras publicações regulares. Chegavam a aparecer diariamente, nos diversos jornais, quatro e cinco artigos de sua autoria. Pelos seus próprios cálculos, escrevia por dia umas cinco mil palavras.
Com pouco mais de vinte anos, fixou-se em Lisboa, onde prosseguiu e intensificou a actividade jornalística, a que somava agora a criação literária propriamente dita: romances, novelas e contos.
Guedes de Amorim encontra os temas para a sua ficção não apenas no mundo rural, que aliás deixou muito novo, mas também na grande cidade. Em ambos os casos se movimenta com muita desenvoltura, privilegiando os temas sombrios e os dramas e conflitos sociais. Numa primeira fase, a sua literatura mostra influências do naturalismo, sobretudo na escolha de temas e ambientes urbanos mais ou menos mórbidos e nocturnos.
A partir de 1939, ano da publicação de Aldeia das Águias, volta-se preferentemente para os temas rurais, aproximando-se então dos cânones do neo-realismo, tal a preocupação com a sorte dos mais pobres e desprotegidos e com os conflitos sociais. Ele próprio estava então próximo, ideologicamente, do marxismo. «Eu não sei falsificar a vida!», diz Guedes de Amorim na entrevista referida. «Depois, os meus livros são espelhos dos que vêm de baixo, dos que carregam hereditariedades de infortúnio e não viram ainda o sol da ventura!... Eu não sei atraiçoar os que sofrem.» Escreve então alternadamente sobre temas urbanos e rurais, mas sempre nessa perspectiva de intervenção social.
Mas, a partir de certo momento, após a leitura de uma obra sobre São Francisco de Assis, assumiu uma postura intelectual próxima do cristianismo. Ele próprio conta, no longo preâmbulo à sua biografia de São Francisco, o episódio simbólico de como trocou, num alfarrabista, o seu exemplar de O Capital pelas Florinhas do glorioso São Francisco e seus frades, que nessa mesma noite de insónia leu, e com a leitura encontrou «um novo caminho, que me dava outra, completa e definitiva dimensão do Homem».
Iniciou então nova etapa da sua carreira de escritor. Escreveu então duas obras que reflectem a sua nova atitude: Francisco de Assis, Renovador da Humanidade (1960) e Jesus passou por aqui (1963). E a visão do mundo segundo uma óptica franciscana nunca mais o abandonou. Na morte, que ocorreu em Lisboa a 11 de Março de 1979, quis ir amortalhado com o hábito da Ordem de São Francisco.
Como obras da ruralidade, são de destacar os livros de contos Os barcos descem o rio (1945), A máscara e o destino (1951) e Caminhos fechados (1952), e os romances Aldeia das Águias (1939) e Casa de Judas (1953).
Guedes de Amorim recebeu, entre outras, duas importantes consagrações: a Academia das Ciências de Lisboa conferiu-lhe o Prémio Ricardo Malheiros, em 1939, pelo romance Aldeia das Águias e o Pen Club do Brasil atribuiu-lhe o Prémio Cervantes pela obra Jesus passou por aqui, entregue em 1964 .
Em 26 de Outubro de 2001, assinalando o centenário do seu nascimento, foi prestada uma homenagem a Guedes de Amorim, com a colocação de uma lápide na casa onde nasceu e uma sessão cultural, na Régua.
O jornalista Guedes de Amorim escreveu um número enorme de crónicas, nas quais certamente haverá alusões mais ou menos detalhadas aos concelhos de Lamego, Santa Marta de Penaguião, Mesão Frio e Vila Real, concelhos que, juntamente com o do Peso da Régua, onde nasceu, constituíam o seu universo da juventude. É um trabalho de investigação que está por fazer e será certamente um desafio estimulante para quem se abalance a aceitá-lo.
Nas suas obras de ficção, um pouco ao acaso, foi possível recensear diversas referências interessantes a Vila Real, algumas das quais confirmam aliás certos lugares comuns vila-realenses, que se encontram igualmente presentes na obra de outros escritores.
No livro de contos A máscara e o destino, tenha-se em consideração que a figura de Aninhas, no conto homónimo, viera para Vila Real fazer o Curso do Magistério Primário. A presença desde muito cedo de médicos especialistas na sede do distrito é lembrada no conto «Comboio de Vila Real» (sem dúvida, o comboio da Linha do Vale do Corgo), que motiva na personagem principal a evocação das viagens reais naquela mesma linha para as estâncias termais do Alto Tâmega.
No romance Casa de Judas, o autor recorda o combate de Parada de Cunhos e a ocupação de Vila Real pelas tropas trauliteiras.
No romance Aldeia das Águias, Henrique e Eduardo são alunos do Liceu de Vila Real. Estavam hospedados em casa dos Samardãs, faziam longos passeios na Rua Direita, iam até à estação do caminho-de-ferro à chegada do comboio correio, davam passeios na Avenida Carvalho Araújo, onde um deles, Eduardo, fixava com interesse a casa onde, segundo a tradição, nasceu Diogo Cão. Há também a referência aos capitalistas usurários de Vila Real e uma magnífica descrição do passeio de trás do cemitério.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Cruzada Duriense – Mónica Coutinho


Natural e residente na cidade do Peso da Régua, coração vinhateiro Duriense, Mónica Coutinho com amor, muita dedicação tem feito obra, levando o Bom Nome do Douro ao Mundo.

Incansável e sempre ao dispor das suas Gentes e da sua Região, tem ganho um espaço, marcando sua imagem.
Sempre alegre trabalhando em prol do Douro, interveniente em vários eventos significativos faz da mesma a Ferreirinha dos tempos modernos.