quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Douro em Grande – Maior Pai Natal do Mundo!

FOTOS DE MIGUEL GUEDES

Obra Feita e de Louvar! Uma iniciativa Privada, sem apoios Públicos mas com grande determinação de quatro empresas em tempos difíceis uniram-se para criar O Maior Pai Natal, algo fantástico num espirito Natalício.
Bem-Haja ao Interior do País e seus Empresários.
Saiba Mais


Fava e o Brinde regressam ao Bolo-Rei


O brinde e a fava regressam ao bolo-rei tradicional fabricado nas pastelarias Transmontanos. O efeito surpresa está de volta neste Natal.
“É uma forma de manter a tradição. Tanto o brinde, como a fava estão devidamente acondicionados, tal como permite a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE). 
O bolo-rei tradicional ganha um sabor especial com a conjugação dos ovos, com a farinha, açúcar, margarina, leite e um cocktail de bebidas variadas. A fruta cristalizada, associada aos frutos secos, também fazem a diferença no bolo-rei confeccionado nas pastelarias Veneza.
A tradição é aliada à modernidade e inovação. Cristiana Carvalho lança, este ano, um bolo-rei de chocolate com nozes e o bolo-rei de chila e amêndoa. “Têm um sabor diferente e estão a ser sucesso”, garante a pasteleira.

Requinte à mesa
Mas as novidades nas pastelarias Veneza não ficam pelo bolo que é rei à mesa no Natal.
O pão também ganha um sabor especial com a castanha e o mel. Esta é a inovação apresentada pelo padeiro Paulo Pinto, que alia dois produtos regionais de relevo para oferecer aos clientes um produto requintado.
Nesta época natalícia, o cacete para rabanadas também pode ser encontrado nas pastelarias pão Veneza, bem como o pão de sementes, de soja, integral, de trigo e centeio.
Os sonhos, filhós, rabanadas, coscorões e o tradicional tronco de Natal também são confeccionados pela pasteleira Cristiana Carvalho, sempre com um toque especial das casas Veneza.
E para que estes produtos estejam acessíveis a um maior número de pessoas, Pedro Assis, sócio-gerente das Pastelarias e pão Veneza, garante uma combinação qualidade-preço competitiva e acessível à maioria das carteiras.
Durante a época natalícia, centenas de bolos-rei saem dos fornos das pastelarias e pão Veneza, onde há produtos 

Quinta da Romaneira: Da decadência aos grandes vinhos Ler mais: http://visao.sapo.pt/quinta-da-romaneira-da-decadencia-aos-grandes-vinhos


Quando em 2004 investidores franceses adquiriram a Quinta da Romaneira, no Douro, era reconhecível o seu estado de decadência. Daí para cá, sob a direção de Christian Seeely, coadjuvado pelo enólogo António Agrellos, procedeu-se a uma verdadeira revolução: a casa da quinta e antigas instalações adegueiras transformadas em hotel de luxo; realização de investimentos avultados na vinha e na nova adega e resultados exaltantes: cada vez melhores vinhos Douro e do PortoNa última VISÃO Gourmet (de 29 de nov.) considerei o Quinta da Romaneira 2011 como melhor rosé do ano . Vamos hoje aos tintos e Portos:

Quinta da Romaneira Syrah Regional Duriense 2010 
Um tinto pujante de uma casta francesa reconhecida internacionalmente.

Quinta da Romaneira Douro 2008  - €22
As duas Tourigas durienses, Nacional (60%) e Franca (40% do lote), desenharam este tinto de perfil moderno, frutado e bem curtido.

Quinta da Romaneira Douro Reserva 2008 - €40
Vai atingir a excecionalidade absoluta pela sua elegância e vigor com mais dois anos de garrafa. Um grande vinho tinto, moderno no perfil, clássico pelo caráter da região, resultante do trio de castas tradicionais Touriga Nacional (50%), Touriga Franca (40%) e Tinto Cão (10% do lote final).

Quinta da Romaneira Porto Vintage 2008  - €40
O mesmo trio de castas do tinto reserva desenhou este Porto Vintage, onde a Touriga Nacional com 60% lhe marca o perfil com aromas intensamente frutados e sabores correspondentes a amoras bem maduras e mirtilos. Para quem aprecia vintages novos aqui está um excelente exemplo.

Quinta da Romaneira Porto LBV 2007 
Um Porto Late Bottled Vintage (LBV) não filtrado, bem estruturado e afinado. Beba-o enquanto jovem.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Fotografia: Portugueses premiados em concurso europeu

Foto © Manuel Luís Gomes Rebelo

Três dos cinco prémios atribuídos no concurso europeu de fotografia e vídeo “Regresso ao Futuro – A agricultura” , promovido pela campanha europeia “PAC: Regresso ao Futuro”, foram conquistados por portugueses.  O concurso contou com 273 fotos e oito vídeos.

Foram esta segunda-feira anunciados, em Bruxelas, os vencedores do concurso europeu de fotografia e vídeo “Regresso ao Futuro – A agricultura” , promovido no âmbito da campanha de informação “PAC: Regresso ao Futuro” levada a cabo em Portugal, Bulgária, Estónia, e Malta, para assinalar o 50º aniversário da Política Agrícola Comum (PAC). 

Na categoria “Qualidade, diversidade e saúde – a política agrícola europeia e a produção” o vencedor foi o português Manuel Luís Gomes Rebelo com a fotografia “Vinho - Vale do Douro”. Na categoria “O futuro do mundo rural” venceu o português Francisco Telles e na categoria “Agricultura biológica e agroturismo” o vencedor foi o estónio Eddy Kont. Na categoria vídeo, o prémio foi para Ott Rõngas. Todos eles irão receber mesas digitalizadoras como prémio.

Entre estes finalistas, foi escolhido o grande prémio do concurso que foi atribuído ao português Manuel Luís Gomes Rebelo com a fotografia “Vinho - Vale do Douro” e que receberá como prémio a oportunidade de visitar o Parlamento Europeu.

O concurso europeu de fotografia e vídeo “PAC: Regresso ao Futuro” teve como objetivo mostrar o mundo da agricultura na Europa através de imagens que ligavam o passado e o futuro.

Concorreram à competição 273 fotos e oito vídeos em três categorias: “Qualidade, diversidade e saúde – a política agrícola europeia e a produção”, “O futuro do mundo rural” e “Agricultura biológica e agroturismo”. Os premiados em cada categoria e o grande vencedor do concurso foram anunciados na capital belga no decorrer da cerimónia de encerramento da campanha de informação “PAC: Regresso ao Futuro”.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

MADE IN TRÁS-OS-MONTES – LUCENZO


Lucenzo, nome artístico de Luís Filipe Oliveira
Biografia
Com origens na aldeia de Vilas Boas (concelho de Vila Flor, distrito de Bragança), começou sua carreira em bandas de hip-hop como Sol da Noite e Les Portuguais de Bordeaux (Os Portugueses de Bordéus) a partir de 1998, e gravou o seu primeiro disco, que nunca foi comercializado por questões financeiras. Realizou em 2006 Portugal é Nossa Terra com DJ Lusitano, e daí tornou-se popular na música de origem portuguesa. Em 2007 lançou o seu primeiro single, Emigrante del Mundo, e depois Dame Reggaeton. O seu maior sucesso no entanto é Vem Dançar Kuduro, lançado em Janeiro de 2010, com participação de Big Ali, um MC americano. Esteve na primeira posição em rádios de todo o mundo, e fazendo sucesso nas pistas de dança da Europa.
Em maio de 2011, Vem Dançar Kuduro foi regravada em uma nova versão, intitulada Danza Kuduro, com a participação do rapper Don Omar, a qual virou trilha sonora do filme Fast Five (Velozes & Furiosos 5). Atualmente, o seu videoclipe é o oitavo mais visto no YouTube.

MADE IN TRÁS-OS-MONTES - Lima Duarte


Sabia que o Ator Lima Duarte é de origens Transmontanas?
Não só era português como era de Trás-os-Montes, era analfabeto e chamava-se Joaquim. Tinha muito naquela altura. Os imigrantes sofreram muito e quase substituíram os escravos. Ele também me ensinou a ser ator à sua maneira, sim.” (Lima Duarte em entrevista para JN)

O Maior Pai Natal do Mundo é Duriense e está em Peso Régua

Quatro empresas durienses uniram-se para espalhar magia pela região, nesta época natalícia. O resultado foi a construção do maior Pai Natal do Mundo, na cidade do Peso da Régua, com 30 metros de altura e mais de 250 mil lâmpadas LED.
A Douro Wonderful Events (Francisco Guedes), Purple Profile (Romeu Pacheco), Rodrigues Iluminações (Humberto Rodrigues) e Douro Rio Bar juntaram-se e, incutidos pela época natalícia que decorre, e aproveitando a grande adesão do público ao I Festival de Chocolate e Vinho do Porto, organizaram o Natal Douro. Com vista a projetar interna e externamente a região, decidiram apostar na construção de um Pai Natal que será o maior do mundo. Para a sua construção foram precisos 17 camiões TIR, duas gruas e uma equipa de cerca de 20 pessoas e 8 dias de montagem. A construção terá 30 metros de altura, nove de frente e 12 de profundidade. Será constituído por 250 mil lâmpadas LED de baixo consumo energético (24 volts).

O Pai Natal Douro estará presente na esplanada do Douro Rio Bar, junto à zona ribeirinha reguense e ao parque de estacionamento daquela cidade, de 15 de Dezembro a 7 de Janeiro de 2013 (durante 24 dias), sendo visível em vários pontos da Régua (miradouros, pontes e inclusive A24). A organização prevê um grande interesse por parte da comunicação social nacional e internacional.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vila Real - Evento de Solidariedade " Apoio à Helena"

No passado dia 8 de Dezembro de 2012, realizou-se um evento de solidariedade, a favor da Helena que sofre de paralisia cerebral, e que com 6 anos não anda nem fala. Para ter uma melhor qualidade de vida necessita de muito material para o seu dia-a-dia, material esse que tem um alto custo.
Devido à crise e várias desatenção das diversas instituições que apoiam este tipo de crianças, nunca chegou até à menina e aos pais qualquer tipo de apoio.

Como tal e após uma reportagem saída no correio da manhã, surgiu a TVI a fazer uma outra reportagem que passou no seu jornal da uma do dia 6 de Outubro de 2012, desde aí o telefone nunca mais parou, e surgiram vários apoios, quer monetários, psicológicos e até algum apoio com material, que os pais a todos agradecem.

Entre as ditas chamadas, surgiu a do Sr. Paulo Morais dos DUPLA FACE, a propor a organização de um evento, e que amavelmente se prontificou a organizar tudo com os vários intervenientes, e como tudo trás dificuldades, este evento não foi excepção  mas todas foram ultrapassadas com muita ajuda, pois um espetáculo com 9 artistas e uma escola de dança precisa de muita logística, para o dia e não só.


Todos os dias pareciam ser pequenos para tudo sair da melhor forma, desde o Paulo Morais que sem abandonar a sua vida profissional, andou de contacto em contacto ao Sr. Presidente da Câmara de Sabrosa, à sua esposa, ao Presidente do Nervir e seus funcionários, ao Sr. Vice presidente da Câmara de Vila Real, ao Hotel Miraneve, ao Sr. Faustino do Restaurante 22, passando pela Trazmusica, á Dicis que representa a Sagres em Vila Real, á Dom texto publicidade, e á Morphodesign, todos conseguiram que o evento estivesse de pé a tempo e horas e com toda a logística organizada.

A escola de dança Impacto deslocou-se propositadamente de Cascais a Vila Real para participar no evento, com as suas magníficas e organizadas bailarinas, tudo graças ao seu professor Edgar Barroso, a quem muito se agradece a disponibilidade.
Uma palavra de apreço também para a Douro spot e Foto Goarte que amavelmente fizeram a cobertura do evento, sendo eles os únicos da comunicação social a estarem presentes.

Uma palavra também para todos os artistas presentes, muitos deles vindos de longe propositadamente para este evento.
Decorreu como esperado, não eram muitas mas eram boas pessoas e o evento rendeu 1235€ a favor da pequena Helena, que com o seu sorriso muito agradece. Por isso deixam aqui os pais o seu agradecimento mais profundo, a todos os que participaram.
Ficando aqui a lista de todos os patrocinadores e participantes desta causa com os devidos agradecimentos a:
Bombeiros da Cruz Branca, Bombeiros da Cruz Verde, Câmara Municipal de Vila Real, Casa Capital com o seu Gerente Norival Azevedo, Cepsa, Coimbra Vending na pessoa do Sr. Coimbra que tem disponibilizado transporte para as tampinhas da Helena e não só, Cruz Vermelha, DICIS (Sagres), Dontexto e Douro Spot com a sua magnifica e disponível equipa de reportagem, escola de Dança Impacto na pessoa do seu professor e seus acompanhantes, Foto Goarte, Hotel Miraneve em especial á Dona Celeste e seu filho, Jornal a Voz de Trás os Montes, Junta de Freguesia da Nossa Senhora da Conceição, Morphodesign, Nervir, Rádio Voz do Marão e todas aquelas que divulgaram o espetáculo, ao Restaurante 22 do Sr. Faustino com o seu bem receber e bem servir, á TRAZMUSICA – Espetáculos e seu técnicos, sem esquecer os cantores Ruy Tatoo, Rui Fontelas, Grupo Dupla Face, o Fantástico e versátil Zé Barbosa, Rodrigues Portugal, Miguel Morais, o Luís dos Zá Brussack que veio de Espanha, o Joel Crista, e claro a Magnifica Escola de Dança Impacto, sem esquecer o nosso querido e fantástico apresentador Sérgio Pinto.
Deixar também e muito em especial o agradecimento a todo o Staff que, ajudou e trabalhou, desde familiares, amigos e todos aqueles que nesse dia ultrapassaram o frio e deixaram as suas vidas para deslocarem ao Nervir a fim de ajudar e contribuir para a Helena.
A todos eles e em especial ao organizador, Paulo Morais dos Dupla Face, o nosso muito obrigado, e sempre com a certeza que ficaram nos nossos corações, um bem-haja para todos e um Santo e Feliz Natal.

Luís Araújo (Pai da Helena)

Fonte da Noticia e fotografia :DUPLA FACE - Animação Musical

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Avultado Douro


O rio Douro é muito rico.
Não só em paisagens.
Que por si só já são uma beleza.
Tem alimentos muito diversos 
Aqui na nossa mesa.

Tem grandes variedades de peixes.
Que rio abençoado!
Tem a perca do rio.
Que se come frito ou assado.

Ainda se faz de escabeche.
Para os conservar.
Guarda-se para uma falta.
Quando não se possa pescar.

Há enguias muito grandes.
E das pequenas também.
Há para todos os gostos.
Depende do dinheiro que tem.

Há peixes de barbas.
E barbatanas também.
São os barbos afamados.
Que o povo gosta bem.

Havia nesta zona lampreia.
Que toda a gente apreciava.
Esta foi para a emigração.
Porque as barragens a estorvavam.

Queria subir o rio.
A coitada não podia.
Nem pelas escadas.
Que a barragem lhe fornecia.

Agora para a comer.
Vão á sua procura.
Com a bolsa bem recheada.
E com ela bem segura.

Por: Leonor Rocha

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Rebelião N´alma Do Homem Duriense


O dia hoje está escuro.
Nem o sol ainda hoje brilhou.
Se tristeza alguém tinha.
Com ela de certeza ficou.

Quem teria dividas.
Se calhar ainda nem as pagou.
Também dinheiro pouco há.
Os lavradores dizem: O vinho não dá.

À espera de dias melhores.
Para a alegria poder voltar.
Fizeram contas à vida.
E resolveram novamente plantar.

Da janela se vê a azáfama.
Das podas a serem feitas.
Ainda está longe a paga do vinho.
Por demorar muito a pagar.
Alguns se estão a endividar.

Quando pagam um.
O outro já está em demora.
Alguns dizem que trabalham.
Mesmo por amor á camisola.

As vinhas são a cultura.
Que mais trabalho lhes dá.
Se não houver uma ajuda.
Como os viticultores se governam por cá?

Se quiserem um bom vinho.
Mãos há bolsa têm que deitar.
Pagar cedo as uvas.
Para o lavrador não se endividar.

Por: Leonor Rocha.

Douro Superior Associação de Desenvolvimento tem novos dirigentes


Na sequência do acto eleitoral que decorreu no passado dia 26 de Outubro, já tomaram posse os dirigentes que vão cumprir um mandato de três anos.



A Direção ficou assim constituída: Presidente – Associação Nac. Criadores Ovinos Churra da Terra Quente: Dinis Alves Cordeiro; Vice-Presidente – Associação Humanitária dos B. V. de V N Foz Côa; António dos Santos Pimentel Lourenço; Vogal – Associação Agricultores de Trás-os-Montes, Francisco António Roque Braz; Vogal - Clube de Caça e Pesca de V N Foz Côa, Octávio José Peredo Rocha; Vogal - Cooperativa Olivicultores de Torre de Moncorvo, Manuel Maria Valente Meneses; Assembleia Geral: Presidente - Santa Casa da Misericórdia de V N Foz Côa, António dos Santos Aguiar Gouveia; Vice-Presidente - Associação Cultural, Desportiva e Rec. de Freixo de Numão, António dos Nascimento Sá Coixão; Secretário - Centro de Gestão da Empresa Agrícola entre Douro e Côa; Dulcínia Maria Sobral Tomé Campos Lopes; Conselho Fiscal: Presidente - Cooperativa de Produtores de Carne de Ovinos da Terra Quente; João Carlos Pontes Barros; Membro - Agrupamento Defesa Sanitária de Torre de Moncorvo, Bruno Paiva Cordeiro; Membro - Clube de Caça e Pesca do Concelho de Torre de Moncorvo, José Mário Carreiro.
A Douro Superior – Associação de Desenvolvimento, com sede em Torre de Moncorvo, é uma associação privada que visa dinamizar e valorizar a zona de intervenção que abrange a área dos concelhos de V. N. Foz Côa, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta e Mogadour. Contribuir para aumentar as condições de cooperação, de bem-estar e progresso na zona do Douro Superior é outro dos seus objectivos principais.

Miranda do Douro - Férias activas

Com o intuito de desenvolver a criatividade, o espírito de equipa e as relações interpessoais dos jovens mirandeses, a autarquia de Miranda do Douro realiza as “Férias Activas”.
De 17 de Dezembro a 2 de Janeiro, as actividades destinam-se à faixa etária dos 6 aos 10 anos. Já os mais novos, dos 3 aos 5 anos podem participar nos ateliers de 26 a 28 de Dezembro
As actividades realizam-se na cidade mirandesa, Sendim e Palaçoulo.
Esta iniciativa pretende também ajudar os pais em relação aos tempos livres dos mais novos nesta época festiva.
Esta iniciativa consiste em jogos de comunicação e expressão, actividades ao ar livre, música, dança, expressão plástica, musical, actividades de culinária e desportivas.
Para além, de sensibilizar as crianças para a importância desportiva e animação como fator de socialização pretende-se ainda, criar e fortalecer hábitos de ocupação do tempo livre de forma positiva.

Quatro anos de actividade: Turismo do Douro com “avaliação muito positiva”

Presidente da
Entidade Regional de Turismo do Douro,
António Martinho

Foto de: Mensageiro Bragança
O presidente da Entidade Regional de Turismo do Douro, António Martinho, fez um balanço positivo dos quatro anos de actividade da entidade, destacando a internacionalização da marca, o aumento de turistas e de unidades hoteleiras como os aspectos mais positivos.
Em declarações à Lusa, António Martinho diz ter esperança de que a Assembleia da República, que ainda vai votar a resolução aprovada em Conselho de Ministros, “compreenda a importância” desta entidade, da qual o responsável faz uma “avaliação muito positiva”, apesar da nova reorganização regional do turismo prever a sua extinção e a integração do território na Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal.
António Martinho, que prepara já a sua saída do Turismo do Douro, cargo a que já tinha decidido não se recandidatar mesmo que a entidade continuasse a existir, aponta, no entanto, alguns problemas que têm impossibilitado um maior desenvolvimento turístico da região.
A suspensão, na passada semana, da carreira aérea transmontana, a paragem das obras na Autoestrada Transmontana, a introdução de portagens na A24, que estancou o fluxo turístico da Galiza, e o aumento do IVA para 23 % na restauração são algumas das medidas que António Martinho diz terem prejudicado o turismo na região duriense.
Ainda assim, o responsável considera que o turismo no Douro "está na fase da sustentabilidade", tendo alcançado, em Setembro, uma taxa de ocupação de 52,9%, reflectindo um “pequeno aumento” face ao ano anterior e estando perto das 500 mil dormidas, quando em 2009 eram apenas 380 mil, ainda que o mercado nacional esteja em quebra, sendo, no entanto, compensado de alguma forma com os mercados estrangeiros.
Durante estes quatro anos, o Douro cresceu também em número de camas, que passou para 3.200, bem como de hotéis, contando actualmente com três hotéis de cinco estrelas, 10 quatro estrelas e cinco de três estrelas, enquanto a permanência média na região passou de 1,4 noites, em 2008, para 1,7 noites em 2011.
"O Douro afirmou-se como destino e uma marca que contribui para a captação de turistas", afirmou António Martinho à Lusa, explicando que o grande desafio continua a ser o combate à sazonalidade.
Por estes motivos, o presidente do Turismo do Douro faz um balanço positivo, lamentando assim a decisão do Governo de extinguir este pólo, que passará a estar integrado na Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal, segundo o novo diploma de reorganização regional do turismo.
A Entidade Regional de Turismo do Douro entrou em funções em Janeiro de 2009, contando à data com um orçamento inicial de 670 mil euros, que sofreu cortes de 20% nos dois anos seguintes e de 30% no corrente ano.
FONTE/I.M.

Resende: Câmara promove economia local

Resende, Portugal - Foto de: Jornal das Lajes

O presidente da Câmara Municipal de Resende, António Borges, assinou esta segunda-feira, dia 10 de Dezembro  quatro contratos de empreitada para a construção dos Centros Interpretativos do Montemuro, da Cereja e da Cerâmica e para a requalificação ambiental do Bernardo, em Barrô.
Estes investimentos ascendem no seu conjunto a um total de oitocentos mil euros e avançarão no terreno já a partir de Janeiro de 2013.
António Borges considera que “não podemos dar sinais de abrandamento na valorização das nossas comunidades tradicionais e, em particular, nas nossas freguesias. Para além de estarmos a construir uma rede de coesão social e territorial em Resende, quero ainda destacar um dos nossos principais objetivos do momento. Trata-se de ativar a pequena economia local, particularmente num setor como o da construção civil que atravessa sérios problemas. As quatro contratualizações de empreitadas são empresas locais, particularmente de Resende, e vão gerar emprego localmente nos próximos meses.”
Com a requalificação ambiental do Bernardo pretende-se consolidar o local do cais situado em Barrô, promovendo o acesso ao plano de água em segurança e promover o uso harmonioso da plataforma como um espaço de convivência e recreio das populações locais e daquelas que visitam o concelho. A intervenção situa-se num local privilegiado junto ao rio Douro, sendo que a freguesia de Barrô é a porta de entrada na Região Demarcada classificada pela UNESCO como Património Cultural da Humanidade.
Depois das intervenções no Parque Fluvial de Porto de Rei e no Cais Turístico-Fluvial de Caldas de Aregos, o Cais do Bernardo será mais um equipamento que irá estabelecer uma relação estreita e integradora de Resende com o seu rio, conduzindo a um novo reencontro com o Douro.
O Centro Interpretativo da Cereja será instalado no edifício da antiga Escola Primária de Vila Verde que acolherá um espaço museológico e de investigação onde será feita a reposição do historial, espécies, origens métodos de cultivo, acompanhamento e uma mostra sobre as várias espécies e desenvolvimento da cerejeira em Resende. Para o efeito, a antiga Escola Primária será totalmente reabilitada e ampliada contemplando, para além de uma zona administrativa, uma sala de exposições permanente e um espaço designado “cubo de vidro” de onde se parte para o espaço exterior que contém variadas espécies de Cerejeira a partir das quais se produzem a cereja, enquanto se usufrui de uma vista privilegiada sobre a Serra do Marão e o Douro.
Na antiga Escola Primária de Raposeira, situada em S. João de Fontoura, será instalado o Centro Interpretativo da Cerâmica que acolherá um espaço expositivo e pedagógico onde será exposto um espólio Municipal de peças cerâmicas, e se desenvolverão workshops e visitas interventivas sobre o tema. Este Centro interpretativo pretende reavivar o artesanato do barro negro em Resende, já que nesta região, desde tempos medievais que os oleiros trabalhavam o barro nas suas rodas, coziam-no nas soengas e vendiam os produtos nas feiras da região ou de porta em porta, em troca de produtos agrícolas.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Miranda do Douro abre Loja Solidária

Foto: Municipio de Miranda do Douro
A Câmara de Miranda do Douro, em parceria com as juntas de freguesia e diversas organizações de apoio social, criou a primeira Loja Solidária do concelho com objetivo de ajudar as pessoas mais carenciadas.
A loja social está aberta diariamente e faz a recolha de vestuário, calçado, bens alimentares ou brinquedos.
Estas ações ocupam mais de 60 voluntários, que, diariamente, fazem a levantamento das necessidades das populações, para assim as auxiliarem.
"Pretendemos estar mais próximos daqueles que mais precisam, num momento em que o concelho começa a apresentar alguns sinais de alarme social, provocado pela crise", acrescentou o autarca.
Da equipa de voluntários fazem parte elementos da Cruz Vermelha, Agrupamento de Escuteiros, Santa Casa de Misericórdia, Centro de Saúde, juntas de freguesias e cidadãos anónimos.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Plano para o Douro prevê 216 medidas e 372 milhões

Foto de: Fernando Peneiras
Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Douro deverá ser publicado até ao final ano em Diário da República.
Bacia do Douro pode perder 14% da água no futuro.
O Plano Hidrográfico do Douro, que entra em vigor em 2013, propõe a concretização de 216 medidas para protecção e recuperação das massas de água, combate à poluição e à escassez, num investimento de 372 milhões de euros.

O Plano de Gestão da Região Hidrográfica (PGRH) do Douro deverá ser publicado em Diário da República até ao final do ano, mas só terá validade até 2015.

Este documento visa dar cumprimento à Diretiva Quadro da Água e vai ser encaminhado para a Comissão Europeia.

O plano faz um diagnóstico da região e define as intervenções a realizar nos diferentes cursos de água e albufeiras para se atingir um bom estado ecológico.

De acordo com o documento, algumas das principais ameaças à região hidrográfica poderão ser a redução de 14% das afluências provenientes de Espanha, entre 2015 e 2027, por via do aumento dos regadios, o que poderá afectar a produção de energia hidroeléctrica.

O documento refere ainda um insuficiente sistema de fiscalização, licenciamento e monitorização, a extracção de inertes ou a navegação intensa como responsáveis pela erosão ou assoreamento.

No âmbito do PGRH, são propostas 122 medidas, que complementam 94 medidas previstas noutros planos ou estratégias já aprovados, e que visam, entre outros, a minimização de situações de escassez, o uso eficiente da água, a melhoria, protecção e recuperação das massas de água ou o combate à poluição, fixando limiares para todos os poluentes ou proibição de descargas.

Entre as medidas previstas está ainda a dinamização de infra-estruturas ambientais de tratamento de águas residuais e efluentes vitivinícolas, bem como intervenções nos sistemas de saneamento do território para controlar e reduzir a poluição urbana.

O objectivo é também prevenir e minorar riscos naturais, como cheias.

Para a concretização do plano, está estimado um investimento de 372 milhões de euros, com destaque para o período 2012-2015.

Setenta e um por cento do investimento serão aplicados na qualidade da água, englobando intervenções nas infra-estruturas de tratamento de águas residuais e redes de saneamento.

Para a minimização e prevenção de situações de escassez do recurso, serão investidos 37 milhões de euros. A falta de água para consumo humano afecta, com particular relevância, os concelhos de Bragança e Carrazeda de Ansiães.

Grande parte do investimento, designadamente 335 milhões de euros, será alocada a entidades gestoras dos serviços de água.

Grito Duriense


Cipriano Pinto natural de Sedielos concelho de Peso da Régua, emigrado há muitos anos em Paris mas, com vigorosas ligações às suas Raízes, sempre atento escreve com Alma às suas Gentes!

Caros Durienses, Transmontanos!

Os meus modestos poemas, são lágrimas da minha Alma que o meu Coração chora, mas, feliz quando compartilhados Nós, Durienses natos e criados no Douro, não o conhecemos, mas faz parte da nossa vida, onde derramamos sangue suor e lágrimas, onde os nossos antepassados trabalharam até morrer para que muitos hoje possam desfrutar de uma paisagem ímpar  e possam fotografar sem pagar direito de autor. Aos autores desta proeza, a fotografia não faz o douro mas, o Douro a fotografia. Durienses jamais pediram a um fotógrafo qualquer coisa para deixar fotografar as suas propriedades, suas quintas, essas sim, são suas propriedades materiais. Pintores pintam-nas, fotógrafos passam-nas para papel mas, os Durienses criaram-nas e muitos por ela "região" perderam a vida, por ela derramaram Sangue, Suor e Lágrimas  sem ajudas de ninguém. Hoje somos orgulhosos de sermos quem somos, não queremos esmolas de ninguém, sobretudo daqueles que se inovam de ter ajudado.
Portanto seja bem-vindo ao DOURO quem vier por bem, desfrutem deste legado dos nossos Antepassados, promovam sem nada pedir em troca, sejam bem-vindos AO DOURO PATRIMÓNIO MUNDIAL DA HUMANIDADE.

Cumprimentos,
Cipriano Pinto.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Douro Duro

O' terras xistosas do nosso Douro
Maravilhas da natureza
Para que nela se cultiva-se a vinha
Foram os Durienses Senhores dessa proeza.

Houve fome houve frio
E demais sacrifícios também
Nunca deixaram cair os braços
Para tentar ir sempre mais além

A escola era a vinha
A caneta a enxada
Caneta de dois bicos
Era assim que era chamada.


Por: Cipriano Pinto

Produtos típicos de Trás-os-Montes

Foto de: Blogue Farrapo de Memórias
Alheira: na região de origem, Trás-os-Montes, a alheira é consumida grelhada ou assada, acompanhada de batatas cozidas com um fio de azeite e legumes. Mais a sul, é mais comum consumi-la frita. A mais famosa vem de Mirandela, na região. As alheiras são um enchido de carne e gordura de porco, carne de aves (galinha e/ou peru), pão, azeite e banha, condimentados, entre outros, com colorau. As alheiras foram criadas pelos cristãos-novos para escapar da Inquisição. Como sua religião os impedia de comer carne de porco, eles eram identificados facilmente por não fazerem os tradicionais enchidos deste animal. Substituíram, então, sua carne por outras variedades, envolvidas por uma massa de pão, que ajudava na consistência. Os cristãos rapidamente aderiram à ela, mas juntaram-lhe a carne de porco.

 
Foto de: Blogue Memórias... e outras coisas de Bragança

Mel do parque natural de Montesinho: feito a partir do néctar das flores de urze (nome comum de diversas plantas da família das ericáceas), rosmaninho (Lavandula pedunculata) e castanheiro (Castanea sativa), o mel do parque de Montesinho é acentuadamente escuro. A cada ano, saem toneladas de mel – a maior produção do país – de um dos maiores parques naturais do país, criado em 1979, com 75 mil hectares e nove mil habitantes. O Parque Natural de Montesinho engloba a parte norte de Bragança e Vinhais.
 



Foto de: Wikipedia
Presunto de Chaves: o presunto de Chaves, cidade histórica fundada no século I d.C., é um dos produtos mais típicos da região. Alguns especialistas o consideram o melhor presunto nacional. As condições naturais de criação, com o abate entre 16 e 18 meses, dão ao presunto características próprias. Há algumas décadas, as famílias aldeãs mantinham um presunto para consumo próprio e o outro para a venda, este rapidamente adquirido pelos “presunteiros”, que os comercializavam país afora. O presunto, hoje mais difícil de encontrar, é produzido em Chaves, Boticas, Montalegre, Mação e Valpaços, no distrito de Vila Real.

Feijoada à transmontana

Foto de: Leonor Rocha
Em Valpaços, no distrito de Vila Real, esse prato é típico do almoço do Domingo Gordo, o último antes da Quaresma. O feijão, deixado de molho na véspera, é cozido separado das carnes (orelha, focinho e pé de porco, salpicão [embutido português], chouriço, e presunto). Uma vez cozidas, as carnes, o chouriço e o salpicão são fatiados, refogados e adicionados ao feijão. Tempera-se o preparo com alho, pimenta-malagueta, páprica e cravo. O prato é servido com arroz de forno.